O CIDADÃO CONTEMPORÂNEO FRENTE   ÀS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ATENÇÃO! Se você deseja uma cópia do e-book do livro,  você poderá fazer um download aqui, veja o arquivo anexado no final desta página.

 Veja a   INTRODUÇÃO-APRESENTAÇÃO do Livro

Veja a PARTE I

DE ONDE VIEMOS E PARA ONDE VAMOS COM AS TIC NO BRASIL 

O LIVRO aborda fenômenos de mudanças de comportamentos dos cidadãos frente às Tecnologias da Informação e Comunicação – TIC, vivendo na Sociedade da Informação em Rede, e as perspectivas futuras, a Sociedade de Serviços, quando as TIC, em especial os dispositivos móveis como o celular, chegam às mãos de mais pessoas com carência de recursos materiais e cognitivos, seja pela falta de acesso a informações de utilidade pública, habilidade de uso das tecnologias ou analfabetismo funcional presente no Brasil contemporâneo.

 

 

O acesso e uso da informação interativa em redes sociais, e o número de ambientes virtuais de aprendizagem colaborativa são  crescentes, e a perspectiva é que ambos possam promover melhores condições de vida e bem-estar de comunidades. Assim, realizaram-se-se diagnósticos pela observação do cidadão, no seu acesso, uso e apropriação das TIC, na busca e difusão da informação, no uso de TIC para alterar conteúdos existentes na Internet, produzidos para si ou para sua comunidade. A intervenção da pesquisa para o suporte à presente obra tinha como foco o uso de dispositivos móveis para otimização da difusão da informação nos ambientes virtuais de aprendizagem em comunidades de vulnerabilidade social. As mudanças de comportamentos possíveis são reflexo da permanente adaptação a novos processos, ao uso de novas tecnologias, sobretudo, a novas maneiras de viver em comunidade e em sociedade. Nos desdobramentos da sociedade contemporânea espera-se que estas mudanças favoreçam à busca da conquista da cidadania, algo já observado com indivíduos que portam dispositivos de comunicação móvel inteligentes.  


 PREFÁCIO

A ÚLTIMA FRONTEIRA DA HUMANIDADE, DIZ-NOS, É A CONSCIÊNCIA[1]

Vivemos um tempo de mudanças profundas, rápidas, aceleradas. Tudo se transforma a uma velocidade vertiginosa, obrigando a uma permanente adaptação a novos processos, a novas tecnologias, sobretudo, a novas maneiras de viver em sociedade.

Há quem veja estas mudanças pelo prisma de um optimismo tecnológico que, mais tarde ou mais cedo, iria resolver todos os nossos problemas. É uma ilusão. Há quem, pelo contrário, se dedique a um pessimismo metódico, vendo a catástrofe a cada esquina. É um absurdo. O nosso trabalho é compreender, tentar compreender. É para isso que serve o nosso conhecimento, o pensamento, a indagação científica.

Como bem escreve, Walter Benjamin: “Para o génio, toda e qualquer censura, os pesados golpes do destino, e também o sono sereno, são parte do trabalho diligente da sua oficina. Génio é trabalho diligente”.

É a este trabalho diligente que se dedica Benedito Medeiros Neto, nesta obra dividida em quatro partes, que junta um conjunto muito importante de textos sobre O cidadão contemporâneo e as tecnologias de informação e comunicação. O autor adopta diferentes estilos de escrita, para nos introduzir numa reflexão rica e estimulante, que nos provoca, que nos obriga a pensar, que nos coloca perante dilemas centrais do futuro presente, isto é, do futuro que já é presente.

Ao longo dos quinze capítulos são, muitas vezes, os mesmos temas que voltam, mas retomados a partir de diferentes experiências e pontos de vista. Uma das qualidades deste livro é a capacidade do autor para ligar teoria e prática, para avançar elaboradas reflexões teóricas confrontando-as com experiências concretas, na universidade e em comunidades.

Um tema atravessa toda a reflexão de Benedito Medeiros Neto, a cidadania na era digital, sempre com uma preocupação com a desigualdade. É por isso que, logo no texto de abertura, apresenta a questão central do livro:

“A Sociedade Contemporânea está em um processo sem precedentes de imersão no meio digital (computação), em um ambiente de comunicação global, ubíquo, participativo e interativo […]: como explorar este novo meio e suas facilidades para aumentar o processo de Cognição Social e dirigir o desenvolvimento humano contra a desigualdade persistente? ”

Benedito Medeiros Neto tem razão quando escreve que, do ponto de vista da cidadania, as novas possibilidades digitais incluem e excluem, criam e retiram direitos, aproximam e afastam a participação. É esta consciência que nos permite enfrentar com lucidez o “admirável mundo novo” que as tecnologias de informação e comunicação têm vindo a fabricar.

Hoje, sabemos que George Orwell se enganou, no seu extraordinário 1984. O “Big Brother” não existe. A rede é o “Big Brother”. O panóptico total, e irreversível, é um manto reticular tecido diariamente pelas nossas próprias mãos, e a partir da nossa liberdade. Voluntariamente – por vezes, mesmo, avidamente – colocamos na rede as nossas vidas. O que somos. O que pensamos. O que desejamos. O que comemos. E onde? E quando? E com quem? Deixamos que a rede molde as nossas preferências, com sugestões de leituras, de lugares, de encontros, e até de sonhos. A única escapatória seria o refúgio num submundo, situado não numa imensa cave da Terra, mas antes numa implausível existência fora do digital.

Já chegou o dia em que a rede nos conhece melhor do que nós mesmos. Mas esta rede não é uma conspiração, é um entrelaçamento de vontades de pessoas livres. Hoje, explica-nos Jonathan Crary, “o principal fio condutor de nossa história de vida são as mercadorias electrónicas e serviços de mídia por meio dos quais toda experiência é filtrada, gravada ou construída”. Mas afinal onde está o problema? São as pessoas que decidem sobre as suas vidas? Ou não?

Simbolicamente, o problema pode ser ilustrado por esta passagem do autor de 24/7 – Capitalismo tardio e os fins do sono: “Somos o sujeito obediente que se submete a todas as formas de invasão biométrica e de vigilância. E que ingere comida e água tóxicas. E vive, sem reclamar, próximo a reactores nucleares”.

Aqui estão os sinais da nossa abdicação pela responsabilidade em relação à vida. Este é o problema. A sobre-exposição espetacular das nossas vidas, parece traduzir-se num retraimento da nossa responsabilidade social. Como se quiséssemos afirmar exuberantemente o nosso direito à liberdade, individual, mas nos retraíssemos perante o exercício da liberdade como dever, isto é, como forma de intervenção nos grandes debates e decisões do mundo.

Não há refúgio num qualquer submundo, mas há uma saída possível. Permitam-me que recorra a uma palestra extraordinária dada por Maxine Greene, há 35 anos, sobre A educação pública e o espaço público: “Criar uma geração de espectadores não é educar. Não consigo imaginar um sentido coerente para a educação se algo de comum não surgir num espaço público”.

Esta é a nossa saída: valorizar e reforçar um espaço público de discussão e deliberação, de participação democrática, de cidadania com todos. É neste espaço público que a informação, a comunicação e a computação se podem fazer compartilhamento, capacidade de pensar e de agir uns com os outros. É este o sentido maior da cidadania que Benedito Medeiros Neto procura ao longo deste livro.

Yuval Harari, em duas obras de grande impacto, Homo Sapiens e Homo Deus, escreve que, pela primeira vez na história da humanidade, há uma dissociação entre a inteligência e a consciência. Nos nossos dias, já se produzem máquinas muito mais inteligentes do que os humanos, máquinas que têm capacidade de aprender. A última fronteira da humanidade, diz-nos, é a consciência.

Benedito Medeiros Neto tem razão: para uma cidadania consciente e participada, é fundamental promover novos modelos de educação e de aprendizagem, de cultura e de conhecimento, de presença e de decisão na sociedade. Com lucidez, ajuda-nos a pensar e a percorrer o caminho de uma cidadania com igualdade, até porque sem igualdade não há cidadania. É ao serviço deste propósito que o autor coloca a sua inteligência e a sua liberdade, dando-nos uma obra fundamental para compreender os dilemas que todos os dias enfrentamos na nossa vida pessoal e colectiva, na defesa dos nossos direitos e no dever de defendermos os direitos dos outros.

António Nóvoa

Professor catedrático do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa e reitor honorário da mesma universidade. Candidato independente às eleições presidenciais de 2016 de Portugal.

[1] António Manuel Seixas Sampaio da Nóvoa, GCIP – ComRB, (Valença, 12 de dezembro de 1954) é um professor universitário português, doutor em Ciências da Educação (Universidade de Genebra) e em  História Moderna e Contemporânea (Paris-Sorbonne). https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Sampaio_da_N%C3%B3voa

VEJA A  INTRODUÇÃO-APRESENTAÇÃO 

                              SUMÁRIO

VEJA ESTA PARTE I

DE ONDE VIEMOS E PARA ONDE VAMOS COM AS TIC NO BRASIL

OS MARCOS DO FINAL DA ERA INDUSTRIAL

-      Migração de empregados da indústria

-      Da sociedade pós-industrial ao choque do futuro

-      Ao que assistimos após a era industrial?

-      A perspectiva das inovações tecnológicas

-      Impactos da inovação e da TI nas organizações no contexto brasileiro

-      O conhecimento, a comunicação e a cultura na modernidade líquida

-      Século XXI: interativo e transacional

O SURGIMENTO NO BRASIL DA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

-      A expansão das TIC na sociedade

-      América Latina na última década

-      Um modelo de política de informação para o Brasil

-      Avanços e retrocessos do acesso e uso da informação no Brasil

-      Tecnologia e trabalho

-      Informação e desigualdade

DA DESIGUALDADE ÀS LITERACIAS DIGITAIS NO BRASIL

-      Exclusão e desigualdade na América Latina e Caribe

-      O Governo Digital Brasileiro (Governo Eletrônico)

-      O início do Programa Gesac

-      O Programa Gesac e sua prática com a comunidade de software livre

-      Literacia como o futuro da inclusão digital

-      Inclusão digital e a competência em informação

-      Literacias digitais para excluídos

-      Um estudo de caso de colaboratividade para superar as desigualdades

-      Uma perspectiva das literacias digitais no Brasil

PARTE II

A REDUÇÃO DO DISTANCIAMENTO ENTRE O HOMEM E A MÁQUINA NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

UBIQUIDADE, CONVERGÊNCIA, HIBRIDISMO NA MOBILIDADE INFORMACIONAL DE UM TERRITÓRIO

-      Conceitos e fundamentos

-      Do uso das TIC à mobilidade

-      Ubiquidade versus autonomia

-      A Convergência aumenta a conectividade

-      A Internet das coisas (Internet of Things - IoT)

-      Hibridismo nas mídias

-      Mobilidade informacional em um território      

-      Projetos colaborativos para mobilidade informacional em um território

-      A mobilidade informacional em um território como uma função (TIC; ubiquidade; convergência; hibridismo)

-      A cibercultura como um exemplo de mobilidade informacional em um território

 

      5  A INTERDISCIPLINARIDADE ENTRE A INFORMAÇÃO, A COMUNICAÇÃO E A COMPUTAÇÃO NA ECONOMIA DIGITAL

-      O traçado de convivência das ciências da informação e computação

-      O dispositivo móvel como fator para interdisciplinaridade

-      Mediando a multidisciplinaridade, a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade

-      A cognição na Idade Digital junto com a cultura

-      O desdobramento das três áreas de conhecimento na vida das pessoas

-      Ciberdemocracia e Governo Digital (Eletrônico)

-      As perspectivas da desejada interdisciplinaridade

-      Comunicação ubíqua na perspectiva dos serviços     

-      Qual o futuro do aprendizado móvel na educação?

-      A linguagem algorítmica

ATIVISMO, CIDADANIA E OS SERVIÇOS PÚBLICOS ENQUANTO DIREITOS SOCIAIS

-      O nascimento da cidadania

-      As conquistas dos direitos civis, políticos e sociais

-      Um conceito de e-cidadania

-      Ciberdemocracia e e-cidadania

-      Cultura para a e-cidadania

-      Educação e, depois, a e-cidadania

-      Do anseio às novas práticas na sociedade contemporânea

-      Os meios de que dispomos para o exercício da e-cidadania

-      Uma nova forma de viver em sociedade

INCLUSÃO DIGITAL, COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO E LITERACIAS DIGITAIS: DA INTERSEÇÃO E DA UNIÃO DOS CAMPOS E CONTRIBUTOS

-      Ações de pesquisa e educação na sociedade da informação

-      Inclusão e literacias digitais como antecedentes da nova educação

-      Inclusão digital versus inclusão social

-      Competência em informação e literacias digitais

-      Literacia digital – opção interconceitual para cenários atuais

SMARTPHONES NO AMBIENTE COLABORATIVO DE APRENDIZAGEM E USO NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA

-      A presença do celular na mudança dos contextos social, cultural e econômico

-      Sociedade conectada no Brasil, na América Latina e no mundo

-      O celular no contexto da economia digital

-      A produção exponencial de conteúdos

-      Mobilidade dos celulares na educação

-      A internet das coisas (Internet of Things - IoT)      

-      O outro lado (da moeda) da tecnologia

-      Informática e sociedade

-      Perspectivas do celular na economia digital

A SOCIEDADE DE SERVIÇOS 3.0 – UM OLHAR ALÉM DA SOCIEDADE EM REDE

-      Desdobramentos da sociedade contemporânea

-      Sociedade da informação em rede

-      Fatores atuais que levam à sociedade de serviços

-      Olhando 50 anos de convergência das telecomunicações e da informática

-      Na perspectiva da comunicação ubíqua e do hibridismo

-      As informações que aumentam a participação coletiva

-      Uma internet semântica

-      TIC para empresas da economia digital e educação

-      Cenários econômicos

-      O que esperamos com agricultura 5.0?

-      Pode-se automatizar mais a indústria 4.0?

-      Vivemos em uma sociedade de serviços 3.0?

PARTE III

O CAMINHO DA INVESTIGAÇÃO

10 PROJETO DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO

-      Aplicação prática da interseção dos conceitos de inclusão digital, competência em informação e literacia digital

-      Projeto de ensino, pesquisa e extensão

-      Educação on-line como indutora do ensino na era digital

11 AVALIANDO A PRESENÇA DE CELULARES EM AMBIENTES DE VULNERABILIDADE SOCIAL (PARANOÁ E ITAPOÃ, UnB, BRASÍLIA)

-      Intervenção para o processo ensino-aprendizagem

-      Metodologia

-      Método de pesquisa do ambiente virtual de aprendizagem

-      Análise do uso de laboratórios, notebooks e smartphones

12 PLANO DE TRABALHO PARA PESQUISA DE INTERVENÇÃO SOCIAL E ACHADOS

-      Uso das TIC, ubiquidade, convergência e hibridismo para a prática pedagógica – Paranoá e Itapoã - DF

-      Construção do ambiente de aprendizagem

-      Implementação dos projetos colaborativos

-      A mobilidade informacional em um território como uma função resultante de fatores

-      Trazendo os resultados

PARTE IV

APLICAÇÃO DAS TIC NA MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO, CIÊNCIAS SOCIAIS E CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

13  ANÁLISE DE REDE SOCIAL DO PARANOÁ E ITAPOÃ COM ENFOQUE EM INTERAÇÃO COLABORATIVA

-      Ensino Pesquisa e Extensão na Universidade

-      Fundamentação

-      O caminho que levou ao método desenhado para o projeto

-      Conclusão e achados

14 FORMAÇÃO DE TUTORES: ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS E LÍDERES COMUNITÁRIOS

-      Introdução

-      Contribuições das teorias pedagógicas de aprendizagem na transição do presencial para o virtual

-      Universitários e líderes no papel de mediadores

-      Avaliação da mediação dos tutores

-      Análise e interpretação dos dados e informações

-      Apêndice A - Conteúdo dos cursos

-      Apêndice B - Indicadores de competência para 6 tutores

15 AS PERCEPÇÕES DE APRENDIZAGEM NAS PRÁTICAS MEDIADAS POR SMARTPHONES

-      Fundamentação para expansão do uso das TIC

-      Das análises dos dados e das informações levantadas

-      As perspectivas da nova mediação na era digital

BIBLIOGRAFIA

SOBRE O AUTOR

 

 

 

 

Attachments:
Download this file (FAC-UnB-e-Book_O-Cidadao_TIC-Digital.pdf) e-Book: CIDADÃO CONTEMPORÂNEO FRENTE ÀS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO[ CIDADÃO CONTEMPORÂNEO FRENTE ÀS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO]12485 kB

Comentários   

+1 #12 Benedito Medeiros Neto 22-04-2018 12:11
Dear friend Benedito: I have just finish the read of your book TIC !!! My opinion is that it really is a very well written book, because i' is true that the frontier of humanity is CONSCIOUSNESS. The most important thing for humanity must be her CONSCIOUSNESS !!!!!! And if technology can help, it's wonder. The work of HUMAN beings is to be aware and to become aware of what they do, say and feel.

The newtopics of education can help a lot to achieve the union of technology and human consciousness.

God first, this must be faster and faster in achieving it. Friend Benedito, I congratulate you with all my heart. Regards; LOLY
0 #11 Benedito Medeiros Neto 09-04-2018 19:14
Jesus Lau
Apr 7 (2 days ago)

to GALLARDO, Frankcis, me
Prezado Benedito,

Terei todo o prazer em rever o livro nos próximos dias. Vou compartilhar uma cópia com minha aluna de doutorado, Maryna Gallardo, que está estudando esse assunto colateralmente.

Muito obrigado por compartilhar uma cópia.

Parabéns por essa disciplina de redação.

Calorosas saudações,

Jesus Lau
0 #10 Benedito Medeiros Neto 25-03-2018 15:05
Fica difícil perceber o que está acontecendo quando se está no centro do furacão. A humanidade passa por um momento de inflexão, quando todo o estabelecido muda, o momento mais revolucionário da história, a Revolução Digital, a virada para a Sociedade da Informação. O livro “O cidadão contemporâneo frente às tecnologias da informação e comunicação”, do professor Benedito Medeiros Neto, nos tira do centro do furacão e nos eleva a local de visão privilegiada do que ocorre, com o grande mérito de amalgamar as informações e análises sobre a tecnologia com a comunicação e humanidades em geral. Leitura obrigatória para quem quer ter uma visão ampla do nosso tempo e vislumbrar o futuro.

Zanei Ramos Barcellos
0 #9 Benedito Medeiros Neto 04-03-2018 05:46
)

Nome: I Workshop Introdução à Engenharia de Ontologias e Web Semântica
Objetivo: Sensibilização para a utilidade na administração pública e geração de massa crítica de pessoas interessadas em engenharia de ontologias
Data e hora: 13/07/2011 8:30 às 18:00
Local: Auditório da ENAP - Brasília, DF
Participantes: Pilade Baiocchi Neto (MCT), Marcos Fernandes Albuquerque Lima e Benedito Medeiros Neto (MC)
0 #8 Benedito Medeiros Neto 04-03-2018 05:46
Hello my friend! I want to say that this article is awesome, nice written and include almost all vital infos. I would like to peer more posts like this .
------------------------------------------
http://megasto.com.ua

f7rpf9Sg6L
+1 #7 Benedito Medeiros Neto 21-02-2018 10:44
http://www.antoniomiranda.com.br

O CIDADÃO CONTEMPORÂNEO FRENTE ÀS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. Veja a INTRODUÇÃO-APRESENTAÇÃO do Livro. Veja a PARTE I

DE ONDE VIEMOS E PARA ONDE VAMOS COM AS TIC NO BRASIL
0 #6 Benedito Medeiros Neto 21-02-2018 10:42
http://slideplayer.com.br/slide/11832212/
0 #5 Benedito Medeiros Neto 21-02-2018 10:36
http://www.domingocompoesia.com.br/2017/12/o-cidadao-contemporaneo-frente-as.html

Projeto coletivo e democrático de literatura. Espaço destinado à divulgação de poesias, contos, crônicas, artigos, entrevistas, resenhas, eventos literários e comentários sobre livros publicados.
0 #4 Bene Gomes 12-02-2018 08:49
As ideologias praticadas no mundo em forma de governos não foram capazes de resolver o problema da pobreza, da desigualdade, do acesso universal aos bens de consumo!
As revoluções fracassaram nesse sentido, as guerras, muito mais!
As religiões que prometem soluções milagrosas para os problemas das pessoas transformaram-se em rentáveis e ineficazes negócios, como solução!
Pergunto:
Será que a tecnologia trará um meio mais eficaz de progresso para os pobres do mundo?
Ou será um mero negócio, com todas as mazelas próprias do mundo dos negócios?
E nas mãos de quem ficará o controle desse negócio?
Haverá um programa mundial do tipo "informática para todos", para universalizar o acesso a esses bens?
E ainda resta a questão: digamos que a humanidade toda se beneficiou desses recursos e vive bem. E DAÍ?
-1 #3 Benedito Medeiros Neto 18-01-2018 15:03
Caro amigo Medeiros. Boa noite!
Agradeço a distinção do compartilhamento do ensaio "Uma Escola Pra Valer... em tempos de Google!"
Li com prazer o que se revelou uma convergência lato sensu com que penso sobre o assunto enfocado, já há cerca de duas décadas.
Apreciei sobremaneira a leveza da comunicação, não complicada, objetiva e clara, e o pós modernismo do uso das citações colocando quem as proferiu como coautores do ensaio, no atual sentido que se dá à bricolagem.
Há cerca de 20 anos, em uma palestra na universidade, fui elogiado pelo fato de exercer com proficiência o sacerdócio da medicina. Retorqui agradecendo o elogio, mas declarei de maneira enfática que medicina não é sacerdócio sim vocação para técnicos em saúde humana, e que mesmo nas religiões o mesmo acontecia com técnicos em rituais e correia de de transmissão entre os textos sagrados e a ignorância dos devotos. Perguntado o seria um sacerdote, respondi incontinente, "O Professor".
Continuei explicitando que afastadas as pompas e circunstâncias e a arrogância dos narcisistas que fazem uso do ensino para apresentar seus egos, e os displicentes e desinteressados que fazem do magistério um emprego descompromissado, resta a enorme massa de verdadeiros sacerdotes.
São um grande exemplo desse mister, professores de nossos longínquos municípios remunerados á razão de 20 reais mensais,que mesmo falando e escrevendo de maneira não muito correta, são capazes de alfabetizar dezenas de crianças.
Finalmente gostaria de contribuir em relação ao enfoque do texto, com a criação de uma tosca metáfora que me ocorreu durante a escrita deste email:
Imagino que professores da minha geração estão aterrissando com seus aviões com maior ou menor carga de conhecimentos obsoletos, mas que o maior problema é o de não poder ensinar os jovens a decolar com os deles, pois nos escapa a competência técnica com os modernos instrumentos de seus aviões, e ainda estão por se formar novos instrutores.
Por isso, não seria de bom alvitre, abandonar a frustrada pretensão de usar as técnicas de decolar obsoletas de nossos aviões velhos e nos dedicar, ao que valha a pena para preencher este hiato entre nós e eles? Sim! Ensiná-los a sentir, despertar emoções, falar da beleza de voar, das rotas do céu, do poder das tempestades, do louvor do por do Sol visto acima das nuvens.Incitar em cada um o anseio de "Frei Capelo Gaivota"?
Tenho esperança que assim procedendo, com a inteligencia do coração, recuperaríamos - não importa que atualidade se apresente - , a energia atemporal e contagiante de" Ragnar, o Rei dos Vikings da Netflix", e ser possível trocar "...toda a sua tecnologia por uma tarde com Sócrates", como desejou Steve Jobs, para assim, despertar do torpor defensivo em que se encontram nossos jovens, perplexos com a complexidade, velocidade e desamparo trazido pelo alvorecer do III Milênio.
Grande abraço.
M. A. V. Moraes

Entre com seu usuário para poder postar um comentário.

Quem está Online

Temos 61 visitantes e Nenhum membro online

Palavras-chave

Buscar