PARTE I

DE ONDE VIEMOS E PARA ONDE VAMOS COM AS TIC NO BRASIL

1

OS MARCOS DO FINAL DA ERA INDUSTRIAL

-      Migração de empregados da indústria

-      Da sociedade pós-industrial ao choque do futuro

-      O que assistimos após a era industrial?

-      A perspectiva das inovações tecnológicas

-      O conhecimento, a comunicação e a cultura na modernidade líquida

-      Século XXI: interativo e transacional

2

O SURGIMENTO NO BRASIL DA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

-      A expansão das TIC na sociedade

-      América latina na última década

-      Um modelo de política de informação para o Brasil

-      Avanços e retrocessos do acesso e uso da informação no Brasil

-      Tecnologia e trabalho

-      Informação e desigualdade

3

DA DESIGUALDADE ÀS LITERACIAS DIGITAIS NO BRASIL

-      Exclusão e desigualdade na América Latina e Caribe

-      O governo eletrônico brasileiro

-      O início do programa GESAC

-      O programa GESAC e sua prática com a comunidade de software livre

-      Literacia como o futuro da inclusão digital

-      Inclusão digital e a competência em informação

-      Literacias digitais para excluídos

-      Um estudo de caso de colaboratividade para superar as desigualdades

-      Uma perspectiva das literacias digitais no Brasil

PARTE II

A REDUÇÃO DO DISTANCIAMENTO ENTRE O HOMEM E A MÁQUINA NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

4

UBIQUIDADE, CONVERGÊNCIA, HIBRIDISMO NA MOBILIDADE INFORMACIONAL DE UM TERRITÓRIO

-      Conceitos e fundamentos

-      Do uso das TIC à mobilidade

-      Ubiquidade versus autonomia

-      Convergência aumenta conectividade

-      Internet das coisas (Internet of Things - IoT)

-      Hibridismo nas mídias

-      Mobilidade informacional em um território      

-      Projetos colaborativos para mobilidade informacional em um território

-      A mobilidade informacional em um território como uma função (TIC; ubiquidade; convergência; hibridismo)

-      A cibercultura como um exemplo de mobilidade informacional em um território

5

A INTERDISCIPLINARIDADE ENTRE A INFORMAÇÃO, A COMUNICAÇÃO E A COMPUTAÇÃO NA ECONOMIA DIGITAL

-      O traçado de convivência das ciências da informação e computação

-      O dispositivo móvel como fator para interdisciplinaridade

-      Mediando a multidisciplinaridade, a interdisciplinaridade e a transdiscipinaridade

-      A cognição na idade digital junto com a cultura

-      O desdobramento das três áreas de conhecimento na vida das pessoas

-      Ciberdermocracia e governo eletrônico (e-gov)

-      As perspectivas da desejada interdisciplinaridade

-      Comunicação ubíqua na perspectiva dos serviços     

-      Qual o futuro do aprendizado móvel na educação

-      A linguagem algorítmica

6

ATIVISMO, CIDADANIA E OS SERVIÇOS PÚBLICOS ENQUANTO DIREITOS SOCIAIS

-      O nascimento da cidadania

-      As conquistas dos direitos civis, políticos e sociais

-      Um conceito de e-cidadania

-      Ciberdemocracia e e-cidadania

-      Cultura para a e-cidadania

-      Educação e depois a e-cidadania

-      Do anseio às novas práticas na sociedade contemporânea

-      Os meios de que dispomos para o exercício da e-cidadania

-      Uma nova forma de viver em sociedade

7

INCLUSÃO DIGITAL, COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO E LITERACIAS DIGITAIS: DA INTERSEÇÃO E UNIÃO DOS CAMPOS E CONTRIBUTOS

-      Ações de pesquisa e educação na sociedade da informação

-      Inclusão e literacia digital como antecedentes da nova educação

-      Inclusão digital versus inclusão social

-      Competência em informação e literacias digitais

-      Literacia digital – opção interconceitual para cenários atuais

8

SMARTPHONES NO AMBIENTE COLABORATIVO DE APRENDIZAGEM NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA

-      A presença do celular na mudança dos contextos social, cultural e econômico

-      Sociedade conectada no Brasil, na América Latina e no mundo

-      O celular no contexto da economia digital

-      A produção exponencial de conteúdos

-      Mobilidade dos celulares na educação

-      A internet das coisas (Internet of Things - IoT)      

-      O outro lado (da moeda) da tecnologia

-      Perspectivas do celular na economia digital

9

A SOCIEDADE DE SERVIÇOS 3.0 – UM OLHAR ALÉM DA SOCIEDADE EM REDE

-      Desdobramentos da sociedade contemporânea

-      Sociedade da informação em rede

-      Fatores atuais que levam à Sociedade de Serviços

-      Olhando 50 anos de convergência das telecomunicações

-      Na perspectiva da comunicação ubíqua e do hibridismo

-      As informações que aumentam a participação coletiva

-      Uma internet semântica

-      TIC para empresas da economia digital na educação

-      Cenários econômicos

-      O que esperamos com agricultura 5.0?

-      Pode-se automatizar mais a indústria 4.0?

-      Vivemos em uma sociedade serviços 3.0?

PARTE III

O CAMINHO DA INVESTIGAÇÃO

 

10

PROJETO DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO

-      Aplicação prática da interseção dos conceitos de inclusão digital, competência em informação e literacia digital

-      Projeto de ensino, pesquisa e extensão

-      Educação on-line como indutora do ensino na era digital

 

11

AVALIANDO A PRESENÇA DE CELULARES EM AMBIENTES DE VULNERABILIDADE SOCIAL (PARANOÁ E ITAPOÃ, UnB, BRASÍLIA)

-      Intervenção para o processo ensino-aprendizagem

-      Metodologia

-      Método de pesquisa do ambiente virtual de aprendizagem

-      Análise do uso de laboratórios, notebooks e smartphones

 

12

PLANO DE TRABALHO PARA PESQUISA DE INTERVENÇÃO SOCIAL E ACHADOS

-      Uso das TIC, ubiquidade, convergência e hibridismo para a prática pedagógica – Paranoá e Itapoã - DF

-      Construção do ambiente de aprendizagem

-      Implementação dos projetos colaborativos

-      A mobilidade informacional em um território como uma função resultante de fatores

-      Trazendo os resultados


 

PARTE IV

APLICAÇÃO DAS TIC NA MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO, CIÊNCIAS SOCIAIS E CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

 

13

ANÁLISE DE REDE SOCIAL DO PARANOÁ E ITAPOÃ COM ENFOQUE EM INTERAÇÃO COLABORATIVA

-      Ensino Pesquisa e Extensão na Universidade

-      Fundamentação

-      O caminho que levou ao método desenhado para o projeto

-      Conclusão e achados

 

14

FORMAÇÃO DE TUTORES: ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS E LÍDERES COMUNITÁRIOS

-      Introdução

-      Contribuições das teorias pedagógicas de aprendizagem na transição do presencial para o virtual

-      Universitários e líderes no papel de mediadores

-      Avaliação da mediação dos tutores

-      Análise e interpretação dos dados e informações

-      Apêndice A - Conteúdo dos cursos

-      Apêndice B - Indicadores de competência para 6 tutores

 

15

AS PERCEPÇÕES DE APRENDIZAGEM NAS PRÁTICAS MEDIADAS POR SMARTPHONES

-      Fundamentação para expansão do uso das TIC

-      Das análises dos dados e das informações levantadas

-      As perspectivas da nova mediação na era digital

 

BIBLIOGRAFIA

 

SOBRE O AUTOR


  


Comentários   

0 #5 Benedito Medeiros Neto 10-06-2018 14:49
El libro plantea el tema a partir de una posición filosófica y política que los medios de información están disponibles a la comunidad cualquier sea su condición socioeconómica.
Desde la perspectiva pedagógica es necesario revisar el uso adecuado de estos recursos didácticos que se pueden implementar en la planificación de los proyectos institucionales ya sea desde el diseño curricular como de la programación de una cátedra. Esta directa relación entre los contenidos y los recursos didácticos refuerza la posición que sostiene que es imposible considerar a los medios tanto fuera como dentro del ámbito académico con una neutralidad política.

En este sentido muchos autores coinciden en distinguir el curriculum explícito y el curriculum oculto. La intencional política siempre está presente ya sea a nivel de la política educativa como desde el rol del docente.

La mirada de los medios de comunicación aportan su posición ideológica. Separar lo técnico de lo político constituye una distinción artificial.

En esta línea de pensamiento coincido con el autor y su enfoque del libro, sus reflexiones y propuestas.

Desde una perspectiva global de hecho la tecnología aporta contenidos, procedimientos y actitudes. En el ámbito de la educación formal es importante lograr el equilibrio con otras técnicas con el objeto de construir un aprendizaje significativo.
En el nivel universitario tal como señala el autor se da tanto en las instancias propias de las funciones de la educación superior: docencia, investigación y extensión.
Este libro constituye un aporte para la reflexión acerca de la relación permanente entre teoría y práctica en experiencias concretas en el ámbito académico y de la comunidad en general.
El propósito y objetivos de los distintos capítulos subrayan la importancia de lograr condiciones para una ciudadanía con igualdad, planteo ideológico correcto deseable en todas las iniciativas educativas desde la política educativa hasta las situaciones cotidianas de las aulas. Coincido con el enfoque político, plantear la aspiración de igualdad de los ciudadanos.



Prof. Mirta Antebi
UNIVERSIDADE DE BUENOS AIRES - UBA
0 #4 Benedito Medeiros Neto 01-06-2018 08:46
Autor junto a Guillermo Mastrini de “La concentración infocomunicacional en América Latina (2000-2015). Nuevos medios y tecnologías, menos actores”, editado por la Universidad Nacional de Quilmes (UNQUI) y presentado en la última Feria del Libro, Martín Becerra es uno de los exponentes de la universidad argentina que más se ha ocupado y preocupado por estudiar los avatares de las industrias culturales y, particularmente, de los medios de comunicación en Argentina y la región.

Inquieto, riguroso y muchas veces provocador, el Doctor en Ciencias de la Información y Magíster en Ciencias de la Comunicación de la Universidad Autónoma de Barcelona, agnóstico y riquelmista, tal como se define en su twitter, dialogó con Universidad sobre el rol de la universidad en los debates acerca de la concentración de medios y el aporte de las nuevas tecnologías en los procesos educativos.

“La universidad forma especialistas que directamente o indirectamente participan del debate público”, señala casi como una proclama en relación al papel que juega o debe jugar el especialista en relación a las problemáticas de interés social. “Proveyendo insumos a ese debate”, enfatiza, dando cuenta de su compromiso como investigador y docente (actualmente es profesor titular en la UNQUI y en la UBA) y desde una concepción de un sistema universitario que no le da la espalda a la comunidad.

¿Cuál es tu vínculo con la educación? ¿Cuál es tu rol en la universidad?

Me formé en un colegio universitario, realicé estudios de licenciatura, master y doctorado. Me desempeñé como representante estudiantil en el Consejo Directivo (en la entonces flamante Facultad de Ciencias Sociales de la UBA) y, más tarde, como secretario académico y decano en la Universidad Nacional de Quilmes. Soy profesor de grado y de posgrado, investigo en Conicet pero con mi cargo radicado en la universidad y tengo experiencia en el sistema como evaluador de universidades y carreras.

¿Cuáles creés que son las mayores virtudes y defectos del sistema universitario argentino, y en particular de la universidad pública?

Su vigor, su amplio rango de perspectivas, su calidad en muchas áreas de conocimiento, su masividad y movilidad y, en muchos casos, su apertura a la deliberación, son virtudes distintivas del sistema universitario argentino, en particular de la universidad pública. Creo que parte de esas características tienen su contracara como defectos, por ejemplo en cierta incapacidad de estímulo y retención de los estudiantes, lo que redunda en altas tasas de deserción, su dificultad para articularse realmente como “sistema” federal, lo que exigiría complementar las propuestas formativas de grado y posgrado, así como la currícula, su incapacidad para dialogar con los niveles previos de enseñanza y con la formación de los profesores y su escasa regionalización e internacionalización.

¿Cuál es el rol de las nuevas tecnologías en la educación?

La educación desde siempre ha incorporado tecnologías (el aula es, por ejemplo, una tecnología educativa, así como lo es el libro, la “lección” o el pizarrón). Obviamente en el caso de la actual revolución tecnológica informacional las universidades son desafiadas -como todas las instituciones tradicionales- porque sus prácticas y objetivos se corresponden con un momento histórico anterior. Creo que es una pregunta abierta o, por lo menos, que no estoy en condiciones de responder de modo asertivo. Aunque sí puedo señalar que la cuestión desborda el acento puesto en la “adaptación” de la universidad a las tecnologías informacionales y a la mera inserción de dispositivos digitales en el aula. Sin articulación entre contenido y continente no hay resultados eficaces.

¿Cuál creés que debe ser el rol de la universidad en los debates sobre la concentración de los medios de comunicación?

La Universidad forma especialistas que directa e indirectamente participan del debate público, proveyendo insumos a ese debate y, en algunos casos, incluso albergándolo y liderándolo. Muchos columnistas y expertos temáticos de los medios tienen formación universitaria y sus fuentes son, también, universitarias. En el caso de la concentración del sistema de medios, algunos investigadores aportan empiria, argumentos, sintetizan políticas comparadas y ese insumo es parte del debate público, es material de consulta por parte de la política “profesional” (entre comillas, dado que toda actividad pública es en esencia política) y, de este modo, el conocimiento construido es puesto en circulación social.

Los comunicadores tienen una responsabilidad por el rol que ocupan, ¿te parece que los docentes también lo tienen? ¿En qué sentido?

Por supuesto que sí. Todos quienes desempeñamos funciones formativas (de opiniones, de saberes) tenemos responsabilidades ante la sociedad, en particular quienes trabajamos en universidades públicas sostenidas con el aporte de mucha gente que no logra acceder a los estudios superiores. Conocer los temas, actualizar ese conocimiento, dialogar dentro y fuera de la institución con los saberes construidos para ponerlos a disposición del conjunto de la sociedad son algunos de los objetivos que complementan las obligaciones básicas de impartir clases en el caso de los profesores universitarios.




Mirta Antebi.

Universidad
31 de mayo de 2018
ENTREVISTA -
La Universidad presente en el debate público
0 #3 Benedito Medeiros Neto 17-05-2018 03:58
Los programas de educación para la salud de la Secretaria de Extensión de la UBA ,,,son muy buenos...pero Falta como siempre presupuesto..montan un aula virtual y un programa de educación a distancia supone inversiones,..
ommm


Prof. Mirta Antebi
UBA
Universidad
17 de mayo de 2018
LA OPORTUNIDAD DIGITAL
La universidad argentina, que construyó su sentido a principio del siglo XX, hoy tiene el desafío de incorporar las tendencias emergentes de este siglo. Al mismo tiempo que sostiene lo mejor de sus tradiciones, el sistema universitario asume el reto de repensarse en el marco de la era digital.
+1 #2 Benedito Medeiros Neto 03-05-2018 14:24
El libro plantea el tema a partir de una posición filosófica y política .edios de información están disponibles a la comunidad cualquier sea su condición socioeconómica
.
-Desde la perspectiva pedagógica es necesario revisar el uso adecuado de estos recursos didácticos que se pueden implementar en la planificación de los proyectos institucionales ya sea desde el diseño curricular como de la programación de una catedra.

-Desde una perspectiva global de hecho la tecnología aporta contenidos ,procedimientos y actitudes .En el ámbito de la educación formal es importante lograr el equilibrio con otras técnicas con el objeto de construir un aprendizaje significativo.

-En el nivel universitario tal como señala el autor se da tanto en las instancias propias de las funciones de la educación superior :docencia ,investigación y extensión.
Este libro constituye un aporte para la reflexión acerca de la relación permanente entre teoría y practica en experiencias concretas en el ámbito académico y de la comunidad en general.

El propósito y objetivos de los distintos capítulos subrayan la importancia de lograr condiciones para una ciudadanía con igualdad.,planteo ideologico correcto deseable en todas las iniciativas educativas desde la política educativa hasta las situaciones cotidianas de las aulas. coincido con el enfoque político ,plantear la aspiración de igualdad de los ciudadanos,
respecto a la descripción mas detallada y técnica no puedo opinar .xp no es mi fuerte,
.de todos modos es de agil lectura y están muy bien estructurado los capítulos con un hilo conductor claro.
hay un error .tiene que decir los medios de información
un beso


Prof. Mirta Antebi
UNIVERSIDADE DE BUENOS AIRES - UBA
0 #1 Benedito Medeiros Neto 09-04-2018 19:12
Jesus Lau
Apr 7 (2 days ago)

to GALLARDO, Frankcis, me
Prezado Benedito,

Terei todo o prazer em rever o livro nos próximos dias. Vou compartilhar uma cópia com minha aluna de doutorado, Maryna Gallardo, que está estudando esse assunto colateralmente.

Muito obrigado por compartilhar uma cópia.

Parabéns por essa disciplina de redação.

Calorosas saudações,

Jesus Lau

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