O LIVRO aborda fenômenos de mudanças de comportamentos dos cidadãos na Sociedade da Informação em Rede, e as perspectivas futuras, a Sociedade de Serviços, quando as Tecnologia da Informação e Comunicação - TIC, em especial os dispositivos móveis como o celular, chegam às mãos de pessoas com carência de recursos materiais e cognitivos, seja pela falta de acesso a informações de utilidade pública, habilidade de uso das tecnologias ou analfabetismo funcional. O acesso e uso da informação interativa em redes sociais, e o ambiente virtual de aprendizagem colaborativo é crescente, e a perspectiva é que ambos possam promover melhores condições de vida e bem-estar de comunidades, mas isto não está assegurado.  Assim, realizaram-se diagnósticos na observação, no acesso, no uso e apropriação das TIC, na busca e difusão da informação, e por fim investiga-se conteúdos  existentes na Internet produzidos pelo cidadão para si ou para sua comunidade. A intervenção da pesquisa para o suporte à presente obra tinha como foco o uso de dispositivos móveis para otimização da difusão da informação nos ambientes virtuais de aprendizagem em comunidades de vulnerabilidade social. As mudanças de comportamentos possíveis referem-se, sobretudo, à busca da conquista da cidadania, ocorrida nos indivíduos que portam dispositivos de comunicação móvel inteligentes. 


PARTE I

DE ONDE VIEMOS E PARA ONDE VAMOS COM AS TIC NO BRASIL

1

OS MARCOS DO FINAL DA ERA INDUSTRIAL

-      Migração de empregados da indústria

-      Da sociedade pós-industrial ao choque do futuro

-      O que assistimos após a era industrial?

-      A perspectiva das inovações tecnológicas

-      O conhecimento, a comunicação e a cultura na modernidade líquida

-      Século XXI: interativo e transacional

2

O SURGIMENTO NO BRASIL DA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

Uma questão recente da sociedade da informação em rede, quando dispositivos móveis, como o celular, chegam à mão de pessoas com carência de recursos matérias e cognitivos, seja pela falta de acesso a informações de utilidade pública, habilidade de uso das tecnologias ou analfabetismo funcional. O acesso e uso da informação  e a interativa em redes sociais,  ambas trazem mudanças nos processos de aprendizagem de usuários[2],

 


[2] Para efeitos desta pesquisa, considera-se um indivíduo excluído digitalmente, se o mesmo não passou por qualquer processo de inclusão digital, que permita acesso e uso das TIC, e não esteja usufruindo dos benefícios trazidos por essas tecnologias.  

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