Pesquisadores, como Castells (2007) e seus colegas, exploraram questões relativas a avalanche de impactos e transformações que levam à mobilidade na  sociedade da informação. Uma vez que isto, entre outras coisas já identificadas, provoca mudança ou alteração no dia a dia das pessoas, muitas vezes compulsoriamente, nas suas relações com as organizações, e até a uma nova perspectiva de lidar com os objetos ou coisas de forma tangível. As tecnologias da informação e comunicação (TIC) que rodeiam o ser humano, e as suas interfaces que se adaptam a cada dia, para em seguida serem incorporadas no próprio corpo, algumas vezes. Mas, como se forma a mobilidade informacional em um território? Pretende-se aqui contribuir com a resposta a esta pergunta, principalmente após uma década de globalização e digitalização da economia, inclusão digital, difusão cultural e manifestações sociais e políticas mediadas por tecnologias móveis (MEDEIROS NETO, 2015).

 

As tecnologias que estão se incorporando ao dia a dia, as vezes não perceptíveis (como a computação em nuvem, big data, realidade mista e aumentada, a Web Semântica, a mobilidade contínua, a computação ubíqua, e os dispositivos móveis multifuncionais chegando às mãos de mais pessoas), apontam mudanças e transformações nas atividades pessoais e nas relações interpessoais. Além de alterarem as comunicações locais e globais, e a economia em todo o mundo. O fato é que no horizonte se aproxima uma sociedade de serviços, já iniciada nos países mais desenvolvidos nesta segunda década do século XXI,  fortalecida  pela a presença da economia digital (LEMOS, 2008; LÉVY, 2014). 

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