Assisti-se a um aumento considerável de acesso à Internet via telefonia móvel, que está sendo acompanhado apenas pelo um lento barateamento dos custos de fornecimento de acesso à internet pelas operadoras telecomunicações,  e o crescimento do mercado digital pelos exploradoras deste serviços no Brasil. No entanto, os processos de alfabetização digital, inclusão e literacia digital  têm se mostrado um pouco mais eficiente do que antes,  e inclusive com dificuldade de uso de grandes disponibilidade de TIC  pelos usuários, especialmente,  em comunidades de baixa renda. Estes processos ainda continuam deficitários, notadamente,  quando feito em local dedicado à  aprendizagem,  com uso do computador pessoal e uso de celulares. Tais identificações são  parte desta pesquisa,  e que leva a afirmar que os telecentros e os laboratórios de informáticas das escolas, por vários motivos, não irão desaparecer de imediato. Talvez posso mudar de forma e de tipo de serviço a ser prestados aos usuários, e focar em todos os  aspectos da Literacia Digital. Pois, inicialmente,  espera-se permite o desenvolvimento de processos cognitivos em usuários carentes, e depois levar serviços assistidos de inclusão social, bem estar, para estes mesmos indivíduos.

            Palavras-chave: Alfabetização digital. Desigualdade social. Comunicação da informação. Competência da informação. Políticas públicas de TIC.

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