Partindo da premissa de que todo cientista da informação é um 
 
bibliotecário, talvez possam divergir alguns conceitos. Segundo Aldo de 
 
Albuquerque Barreto, cientistas da informação são todos os responsáveis por 
 
tratar de informação; são analistas de qualquer e toda informação. E essa 
 
função não implica somente ao bibliotecário, mas, arquivistas, museólogos, 
 
profissionais da informática etc.·. Então, como o bibliotecário atual, deixou de 
 
ser o bibliotecário das fichas catalográficas, ou daquele muito mais clichê, 
 
“Você poderia me indicar alguma leitura?”, para ser rotulado de cientista da 
 
informação? 
 
 
Ao passo que foi determinado o direito de acesso à informação no 
 
mundo, a disseminação foi considerável crucial e determinante para que essa 
 
informação se propague. E logo se pensa na organização da informação e 
 
quem será o responsável por essa incumbência. Essa ocupação profissional 
 
caberia ao bibliotecário se ele não fosse o único a tratar de informação; e que 
 
seus aspectos não fossem tão “arcaicos” quanto na ideia de que suas funções 
 
técnicas são as únicas que o transformam em bibliotecário. 
 
 
Agora é questionado que o bibliotecário precisa transcender, precisa se 
 
adequar relativamente ao contemporâneo do tratamento de informação. E com 
 
isso, não só ele, como outras profissões que ocupam a mesma obrigação, 
 
precisou transmutar seus métodos e sua compreensão de que como e qual 
 
seria a informação tratada. Então não somente a vertente de aprimorar os seus 
 
métodos transformou o bibliotecário para cientista da informação, mas também 
 
o que foi caracterizado de “novo” tipo de informação.
 
*Glenda Rany

 Para falar sobre de jornalismo online, obviamente, precisamos mencionar que a Internet, rede responsável por conectar computadores, celulares em função da troca de informações, afetou a atuação do jornalista. As rotinas jornalísticas de produção de informação não são as mesmas desde a crescente evolução tecnológica. Os formatos da difusão hoje são diferentes, e tudo por causa da internet. O jornalismo online é, neste momento, um meio de comunicação crescente.

 

Segundo a Pesquisa Brasileira Mídia 2015, quase metade de população brasileira usa a internet como meio de comunicação, 42%, além disso, os brasileiros passam mais tempo navegando na internet do que assistindo TV, cerca de 5 horas. Mesmo ainda sendo a televisão o meio de comunicação predominante, a internet tem crescido e é terceiro meio mais utilizado, depois do rádio.

 

Basicamente, o jornalismo online é atuação do jornalismo na internet. As técnicas usadas nos textos são diferentes do jornalismo impresso. A construção da notícia é baseada na pirâmide invertida, ou seja, o fato mais importante e recente vai no primeiro paragrafo, chamado de lead. Enquantos o resto da notícia, é desenvolvida ao da estrutura, sempre propondo o uso de blocos e intertítulo para o leitor faça sua leitura de acordo com seu desejo.

 

Conhecido também como webjornalismo, jornalismo online, ciberjornalismo, jornalismo electrónico ou jornalismo digital é o jornalismo dos meios digitais. Para alguns autores como Bardoel e Deuze (2000) os principais elementos da jornalismo online são: interatividade, customização de conteúdo, hipertextualidade e multimidialidade. Já segundo Palacios (2002), autores como Deuze, Canavilhas e Elias Machado, propõe seis características fundamentais: multimidialidade/convergência, interatividade, hipertextualidade, personalização, memória, instantaneidade e atualização contínua.

 

Referências: Pesquisa Brasileira de Mídia 2015

http://www.secom.gov.br/atuacao/pesquisa/lista-de-pesquisas-quantitativas-e-qualitativas-de-contratos-atuais/pesquisa-brasileira-de-midia-pbm-2015.pdf

Artigo de Felipe Augusto e Andreia Denise Mallmann - Análise das características do jornalismo online em portais de notícias

http://portalintercom.org.br/anais/sul2013/resumos/R35-0824-1.pdf

 

*Thaissa Leone

O RU foi inaugurado em 1975, com o objetivo de oferecer uma refeição de baixo custo, balanceada e saudável para os alunos da faculdade. Até o ano passado o refeitório passava por diversos problemas de infraestrutura, como: qualidade dos alimentos, cadeiras e mesas quebradas, falta de organização para a compra de créditos e imensas filas de entrada.

Porém, em 2013 foi alterado o modelo de gestão do refeitório. Operação, manutenção, distribuição e logística das atividades do RU passaram a ser de responsabilidade de uma empresa terceirizada, ficando à responsabilidade da universidade a administração do local e fiscalização da empresa.

Desde então foi possível observar diversas melhorias no local, no primeiro semestre desse ano, além de mudanças estéticas, novos talheres, mesas, cadeiras, artigos novos nas cozinhas, melhorias forma implantadas nos refeitórios 3 e 4. Além disso, passou a funcionar aos domingos, facilitando a vida de alunos que moram na Casa do Estudante Universitário e aquelas que moram nas proximidades do Campus.

Outra facilidade que deixou mais prática a vida dos alunos que frequentam o restaurante esse ano, foi a criação do aplicativo Rumor, elaborado por alunos e alguns ex alunos da Unb, exibe o cardápio do mês , que antes só podia ser acessado pelo site ou pelos caixas. Mês passado o aplicativo ganhou uma novidade, pode ser baixado também pelo sistema IOS, já que antes só estava disponível pra Android.

Inspirado por um intercâmbio que fez a Londres, o engenheiro e idealizador do projeto, Iani Zeigerman, de 24 anos, conta que por lá diversos restaurantes utilizavam o aplicativo e resolveu aplicar na sua própria universidade com a ajuda de seus amigos, como Tiago Medeiros, de 22 anos e João Gonçalves, de 23 anos, têm uma empresa que ficou responsável pela execução e desenvolvimento do aplicativo.

Afirmam que a exibição do cardápio é apenas o início, pretendem expandir as utilidades do aplicativo. “A principal delas é a questão da votação, dar uma nota para o prato e ver quantas pessoas votaram naquele prato. Também temos planos de colocar uma forma de as pessoas verem o número de créditos no cartão”, explica a designer Victoria Haidamus, de 23 anos.

Atualmente, o RU do Campus Darcy Ribeiro serve cerca de mil refeições no café da manhã, 6.400 no almoço e em média 2.400 no jantar, dados dos dias da semana.

Além do Campus Darcy Ribeiro, há restaurantes universitários na Fazenda Água Limpa e nos campus do Gama, de Ceilândia e recentemente foi inaugurada uma unidade em Planaltina, que infelizmente vem recebendo críticas a respeito da higiene da comida, mas universidade respondeu que tomaria providencias a respeito.

O horário de funcionamento do RU central é das 7h às 9h, no café da manhã; das 11h às 14h30, no almoço; e das 17h às 19h30, no jantar. E os valores do crédito varia de acordo com o usuário. Estudantes participantes dos programas de assitência estudantil e estudantes indígenas (convênio FUNAI), não precisam pagar. Estudantes estrangeiros PEC-G, o valor é de R$1,00. Estudantes de graduação, pós-graduação e servidores, pagam R$2,50. E visitantes pagam R$7,50 desjejum e R$12,50 pelo almoço.

Referências:

http://www.ru.unb.br/

http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2015/08/grupo-cria-app-com-cardapio-do-dia-do-restaurante-universitario-da-unb.html

http://www.andifes.org.br/unb-ru-melhora-infraestrutura-de-refeitorios/

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