O CIDADÃO CONTEMPORÂNEO FRENTE   ÀS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

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O LIVRO aborda fenômenos de mudanças de comportamentos dos cidadãos frente às Tecnologias da Informação e Comunicação – TIC, vivendo na Sociedade da Informação em Rede, e as perspectivas futuras, a Sociedade de Serviços, quando as TIC, em especial os dispositivos móveis como o celular, chegam às mãos de mais pessoas com carência de recursos materiais e cognitivos, seja pela falta de acesso a informações de utilidade pública, habilidade de uso das tecnologias ou analfabetismo funcional presente no Brasil contemporâneo.

 

 

O acesso e uso da informação interativa em redes sociais, e o número de ambientes virtuais de aprendizagem colaborativa são  crescentes, e a perspectiva é que ambos possam promover melhores condições de vida e bem-estar de comunidades. Assim, realizaram-se-se diagnósticos pela observação do cidadão, no seu acesso, uso e apropriação das TIC, na busca e difusão da informação, no uso de TIC para alterar conteúdos existentes na Internet, produzidos para si ou para sua comunidade. A intervenção da pesquisa para o suporte à presente obra tinha como foco o uso de dispositivos móveis para otimização da difusão da informação nos ambientes virtuais de aprendizagem em comunidades de vulnerabilidade social. As mudanças de comportamentos possíveis são reflexo da permanente adaptação a novos processos, ao uso de novas tecnologias, sobretudo, a novas maneiras de viver em comunidade e em sociedade. Nos desdobramentos da sociedade contemporânea espera-se que estas mudanças favoreçam à busca da conquista da cidadania, algo já observado com indivíduos que portam dispositivos de comunicação móvel inteligentes.  

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Comentários   

0 #15 Benedito Medeiros Neto 21-08-2018 06:02
Finalmente creio poder dar uma devolutiva sobre a leitura do: “O CIDADÃO CONTEMPORÂNEO FRENTE AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO”, desculpe o atraso, não demorei tanto para ler, mas demorei um tempão para refletir como fazer um comentário menos técnico e mais ao gosto do estilo numinoso que me é próprio para esses casos.
Relendo tua dedicatória estacionei repetidamente no trecho: [...] reforçar a reflexão dos impactos das TIC no comportamento Homo sapiens no terceiro milênio.[...]. Desta forma, me convenci de que realmente não esperas apenas um aceite e elogios acadêmicos, que, aliás, nem tenho credenciais para fazê-lo.
Todavia, não evitemos o protocolar, mesmo porque seria injusto não elogiar a leveza, a agilidade e a didática com que se fez posto em um único livro, material tão complexo na sua materialidade semântica (e- cidadania; espaços territoriais informacionais, hiper e hipocidadania digital; hibridismo das mídias; cibercultura) e outros termos da comunicação digital, e mais ainda por conta de sua repercussão bio-psiquico-social.
Tenho certeza que a importância temática e o constructo textual levarão a leitura do livro em pauta, à categoria do relevante para alunos, interessados, profissionais da área e outros, por conta de sua extensão social ao se preocupar com o impacto desta tecnologia na emergência do paradigma em desenvolvimento neste milênio.
Passemos então ao texto que alardeei construir, começando por um curto prelúdio: Prossigo tenazmente com o argumento holístico, sabendo de antemão ainda não poder atingir o estado da “individuação junguiana”, mas firme apologista de uma linhagem de pensamento especulativo que admite que em algum momento, nossa alma recria nossa história fundamental, que de certo, por eóns, vem buscando em uma infrutífera prática do ensaio/ erro, que por diversas vezes – segundo a historicidade – culmina no desaparecimento de uma “civilização” que fracassa.
Por conta desta argumentação adquiri o comportamento pouco usual de explicitar ao leitor a base conceitual/filosófica com o qual construo os textos que escrevo.
No presente caso uso uma abordagem que me faz sentido ao falar no terceiro milênio. Trata-se da conciliação da antropologia simbólica, que dá ênfase à sujeição do Homo s. sapiens aos símbolos, de forma a entender a cultura como um texto onde o “ser humano” está imerso, com uma hermenêutica voltada para o ramo da psicologia psicodinâmica (freudiana/junguiana).
Começando pelo fragmento da dedicatória: [...] reforçar a reflexão dos impactos do comportamento Homo sapiens no terceiro milênio.[...]. Efetivamente, a psicologia do behaviorismo é tremendamente útil para a instalação e condução de políticas públicas de saúde; inclusões de técnicas e adoção de comportamentos que venham facilitar – ou não, – a vida coletiva e/ou individual do ser humano. Neste sentido acho não só profícua, mas necessária ao extremo a abordagem que foi feita ao tema.
Todavia, apesar do indicativo prevalente da tecnologia necessitar ingentemente da referida psicologia, cada vez mais se faz necessário o conhecimento do simbólico no determinar do comportamento não treinável quer pela memória explícita, quer pela memória implícita.
Tentemos exemplificar como pensamos a respeito das TIC de forma arquetípica (desde o modelo primevo): Dos gritos e sinais de pouca distancia passamos a tecnologia mais sofisticada como p.e. toques de tambores que atingiam distancias além do contato visual. Bem mais tarde a percussão foi utilizada nos aparelhos de telégrafos e hoje percutimos uma variegada e imensa população de teclas.
No entanto, nesse admirável mundo novo, uma preocupação nos ocorre ao transcender o comportamento: De que forma as TIC, todas as formas de tecnologia toda a virtualidade das relações (sociedade tecnocêntrica), intervêm e afeta a subjetividade do Homo s. sapiens da contemporaneidade? Seria plausível considerar a frase (falsamente) atribuída a Einstein: “O dia em que a tecnologia ultrapassar a interatividade humana, o mundo terá uma geração de idiotas.”
Será possível reformular/atualizar sob o paradigma emergente da física quântica, o Mito da caverna de Platão, importante arquétipo narrativo para a invenção do pensamento ocidental?
Só para espicaçar, façamos um exercício que contemple a pergunta que elaboramos no parágrafo anterior a este. Recordemos por um instante apenas, as condições do cenário inicial do famoso mito da caverna de Platão.

[...] De acordo com a história formulada por Platão, existia um grupo de pessoas que viviam numa grande caverna, com seus braços, pernas e pescoços presos por correntes, forçando-os a fixarem-se unicamente para a parede que ficava no fundo da caverna.
Atrás dessas pessoas existia uma fogueira e outros indivíduos que transportavam ao redor da luz do fogo imagens de objetos e seres, que tinham as suas sombras projetadas na parede da caverna, onde os prisioneiros ficavam observando.
Como estavam presos, os prisioneiros podiam enxergar apenas as sombras das imagens, julgando serem aquelas projeções a realidade. [...]
(www.significados.com.br/mito-da-caverna/)

Muito tempo depois, graças aos irmãos Auguste Marie e Louis Lumiére (1895), passamos a pagar para freqüentar cinemas, modernas confortáveis e climatizadas cavernas de Platão. Não demorou muito para que nossas salas de estar (residência), tivessem uma tela para visualização de “sombras,” e hoje desconsideramos a “caverna”, que se reduziu ao bolso onde se guarda o principal: telas onde se reproduzem as imagens (o telefone móvel). Onde queremos chegar?
Como um dos papéis essenciais da Arte – na formação da subjetividade humana – o cinema (a sétima arte), passou da simples imitação da vida e seus dramas corriqueiros (um aperfeiçoamento do teatro grego), como metáforas a modelar a sociedade, para a importante missão oracular, impondo através da fantasia os sinais podrômicos de um porvir (lembram do celular usado pelo Sr. Spok em “Jornada das Estrelas”?).
Pois bem, a questão do envolvimento da cibernética e a sociedade já foi previamente anunciada em uma formidável e polifônica metáfora: obra cinematográfica denominada Matrix, assim como velha guerra entre o materialista Hariman e o melífluo Lúcifer, foi tipificada no filme “Avatar” (revelações do inconsciente coletivo arquetípico?).
No entanto, coube a um romance do inspirado “pseudo profeta” - ou não -, chamado Dan Brown em seu livro denominado “Origem” (2017), ao esboçar em um clássico exercício de futurologia pela arte prefaciar a questão inevitável da tecnologia.
Neste ponto ele ultrapassa o citado Yuval Noah Harari em sua obra “Homo Deus- uma breve história do amanhã” (2015), Onde procura responder a questão crucial: “Num mundo dominado por algoritmos, até que ponto o livre – arbítrio será importante para as futuras gerações?”
Em Brow á função preditiva da literatura é literal sobre este futuro dado por um personagem do romance, cuja expertise é a cultura digital:

[...] Profetizado pelos primeiros autores de ficção, esse novo reino tinha uma peculiaridade. Era um reino de espécies não vivas. [...] essas espécies evoluíam quase como se estivessem vivas, ficando cada vez mais complexas, adaptando-se e se propagando em novos ambientes, testando novas variações, algumas sobrevivendo, outras se extinguindo. Num perfeito espelho da mudança adaptativa darwiniana, esses novos organismos tinham se desenvolvido num ritmo espantoso e agora compunham um reino totalmente novo ao lado do Animalia e dos outros: o Sétimo Reino. Chamava-se Technium. [...].
Então: É um passo virtuoso interagir com as sombras da Caverna de Platão? É prudente sem preparo – sem o “fio de Ariadne” – além de interagir, mergulhar nas profundezas da referida caverna.
Necessitamos uma nova versão de Teseu x Minotauro, onde o herói explora a tortuosa e enorme caverna do inconsciente seus mistérios e o encontro com o monstro híbrido, tal como o consideram Jorge Luiz Borges e Julio Cortázar :

[…] a lógica externo/interno da monstruosidade em um jogo contemporâneo de velar e revelar o monstro; o desaparecimento do Minotauro como sintoma de uma sociedade que experimenta a contração da monstruosidade e da anomalia: o monstro não é mais da ordem do visível. Sendo o Minotauro um monstro incapaz de esconder sua marca indelével, não transita na cartografia contemporânea de monstros.[…].

Ou seria necessário considerar como caverna o Grande Colisor de Hádrons –LHC, onde as intrépidas partículas atômicas em uma velocidade quase inconcebível, colidem na procura do Bóson de Higgs (o Minotauro quântico?), obedecendo a lógica acima. Enquanto isso, o que reserva a inclusão do cidadão na Deepweb?

Gostaríamos em seguida, seguindo nossa linha argumentativa, de comentar as merecidas felicitações à Pollyana. Realmente se trata de uma belíssima concepção artística e muito mais que isso.
Se os chineses tiverem razão ao propor que: “Uma imagem vale mais que mil palavras”, podemos aumentar isto exponencialmente quando a imagem é um símbolo. Pollyana conseguiu com sua criatividade e estética de pensamento oriental de cérebro direito, criar o melhor prefácio, resumo e considerações finais, para o autor da obra ser suficientemente refletido com a imagem que ela proporciona aos leitores.
A face dialética da luz/penumbra relembra o arquétipo Janus, o deus de duas faces. A grande sacada de Pollyana me pareceu ser mostrar a integração das referidas faces, através de chips, circuitos integrados, e outros elementos da parafernália dos hardweres, que representam a materialidade tanto a Web explícita quanto a Deepweb, o universo dos significantes e significados (real?/simbólico?/imaginário?).
Mais que uma simples maquiagem aplicada ao rosto, esta nova “Persona”, é o arquétipo Janus, re – paginado, revisto e atualizado. É a Gnose midiática simbólica em sua atual manifestação:
“A Sociedade Contemporânea em um processo sem precedentes de imersão no meio digital (Computação), em um ambiente de comunicação global, ubíquo e interativo, que mobiliza uma capacidade de registros e memória de informação nos mais variados suportes materiais”.

Também cabe comentar que o autor também foi muito feliz na escolha do prefaciador, professor universitário português, doutor em Ciências da Educação e em História Moderna e Contemporânea, António Manuel Seixas Sampaio da Nóvoa, que chamou a si a responsabilidade de suscitar e imprimir a urgência do tratamento ao tema proposto:
[...] Vivemos um tempo de mudanças profundas, rápidas, aceleradas. Tudo se transforma a uma velocidade vertiginosa, obrigando a uma permanente adaptação a novos processos, a novas tecnologias, sobretudo, a novas maneiras de viver em sociedade. [...], atentando para a discussão mais premente do Homo s. sapiens: “A ÚLTIMA FRONTEIRA DA HUMANIDADE, DIZ-NOS, É A CONSCIÊNCIA. [...]

A partir daí, me ocorreu fazer pelo menos um comentário, que pertinente, ou não, fazem parte de meu acervo de ideações e que apesar da obra corretamente, tentar descrever comportamento para com isso promover as medidas necessárias de intervenção. Todavia, não posso me afastar muito da veia crítica sem ter “comichões” de fazê-la.
Aqui me refiro ao termo consciência grande panegírico ou um tipo de panacea semântica, um grande amálgama de sentidos, significantes e significados, que por não ter realmente um consenso único serve para construir uma crença compartilhada de noção intuída parecido com “justiça” ou “amor”, só que com uma abrangência mais ampla e uma aplicação indevida (o que não é o caso do prefaciador), que confunde, mistifica e degenera a qualidade que nos distingue das demais ondas de vidas conhecidas.
Concluindo. Apesar do modelo e o interesse formal da academia em liderar, como bem lhe compete, a produção e a orientação do Conhecimento (Gnoses) Científico para o aperfeiçoamento e bem estar do atual Homo s. sapiens, ouso dizer que vislumbro em sua introdução tanto quanto na do Dr. Antonio Manuel Seixas, um átimo do “palpite” de Dan Brow.
“A Sociedade Contemporânea está em um processo sem precedentes de imersão no meio digital (computação), em um ambiente de comunicação global, ubíquo, participativo e interativo[…] como explorar este novo meio e suas facilidades para aumentar o processo de Cognição Social e dirigir o desenvolvimento humano contra a desigualdade persistente?”
Obrigado pela confiança e consentimento de análise de sua obra.
Fico sempre à disposição.
Forte abraço.
M.A.V. Moraes


https://www.amazon.com.br/s?k=benedito+medeiros+neto&ref=nb_sb_noss
0 #14 Benedito Medeiros Neto 29-06-2018 14:33
Autor junto a Guillermo Mastrini de “La concentración infocomunicacional en América Latina (2000-2015). Nuevos medios y tecnologías, menos actores”, editado por la Universidad Nacional de Quilmes (UNQUI) y presentado en la última Feria del Libro, Martín Becerra es uno de los exponentes de la universidad argentina que más se ha ocupado y preocupado por estudiar los avatares de las industrias culturales y, particularmente, de los medios de comunicación en Argentina y la región.

Inquieto, riguroso y muchas veces provocador, el Doctor en Ciencias de la Información y Magíster en Ciencias de la Comunicación de la Universidad Autónoma de Barcelona, agnóstico y riquelmista, tal como se define en su twitter, dialogó con Universidad sobre el rol de la universidad en los debates acerca de la concentración de medios y el aporte de las nuevas tecnologías en los procesos educativos.

“La universidad forma especialistas que directamente o indirectamente participan del debate público”, señala casi como una proclama en relación al papel que juega o debe jugar el especialista en relación a las problemáticas de interés social. “Proveyendo insumos a ese debate”, enfatiza, dando cuenta de su compromiso como investigador y docente (actualmente es profesor titular en la UNQUI y en la UBA) y desde una concepción de un sistema universitario que no le da la espalda a la comunidad.

¿Cuál es tu vínculo con la educación? ¿Cuál es tu rol en la universidad?

Me formé en un colegio universitario, realicé estudios de licenciatura, master y doctorado. Me desempeñé como representante estudiantil en el Consejo Directivo (en la entonces flamante Facultad de Ciencias Sociales de la UBA) y, más tarde, como secretario académico y decano en la Universidad Nacional de Quilmes. Soy profesor de grado y de posgrado, investigo en Conicet pero con mi cargo radicado en la universidad y tengo experiencia en el sistema como evaluador de universidades y carreras.

¿Cuáles creés que son las mayores virtudes y defectos del sistema universitario argentino, y en particular de la universidad pública?

Su vigor, su amplio rango de perspectivas, su calidad en muchas áreas de conocimiento, su masividad y movilidad y, en muchos casos, su apertura a la deliberación, son virtudes distintivas del sistema universitario argentino, en particular de la universidad pública. Creo que parte de esas características tienen su contracara como defectos, por ejemplo en cierta incapacidad de estímulo y retención de los estudiantes, lo que redunda en altas tasas de deserción, su dificultad para articularse realmente como “sistema” federal, lo que exigiría complementar las propuestas formativas de grado y posgrado, así como la currícula, su incapacidad para dialogar con los niveles previos de enseñanza y con la formación de los profesores y su escasa regionalización e internacionalización.

¿Cuál es el rol de las nuevas tecnologías en la educación?

La educación desde siempre ha incorporado tecnologías (el aula es, por ejemplo, una tecnología educativa, así como lo es el libro, la “lección” o el pizarrón). Obviamente en el caso de la actual revolución tecnológica informacional las universidades son desafiadas -como todas las instituciones tradicionales- porque sus prácticas y objetivos se corresponden con un momento histórico anterior. Creo que es una pregunta abierta o, por lo menos, que no estoy en condiciones de responder de modo asertivo. Aunque sí puedo señalar que la cuestión desborda el acento puesto en la “adaptación” de la universidad a las tecnologías informacionales y a la mera inserción de dispositivos digitales en el aula. Sin articulación entre contenido y continente no hay resultados eficaces.

¿Cuál creés que debe ser el rol de la universidad en los debates sobre la concentración de los medios de comunicación?

La Universidad forma especialistas que directa e indirectamente participan del debate público, proveyendo insumos a ese debate y, en algunos casos, incluso albergándolo y liderándolo. Muchos columnistas y expertos temáticos de los medios tienen formación universitaria y sus fuentes son, también, universitarias. En el caso de la concentración del sistema de medios, algunos investigadores aportan empiria, argumentos, sintetizan políticas comparadas y ese insumo es parte del debate público, es material de consulta por parte de la política “profesional” (entre comillas, dado que toda actividad pública es en esencia política) y, de este modo, el conocimiento construido es puesto en circulación social.

Los comunicadores tienen una responsabilidad por el rol que ocupan, ¿te parece que los docentes también lo tienen? ¿En qué sentido?

Por supuesto que sí. Todos quienes desempeñamos funciones formativas (de opiniones, de saberes) tenemos responsabilidades ante la sociedad, en particular quienes trabajamos en universidades públicas sostenidas con el aporte de mucha gente que no logra acceder a los estudios superiores. Conocer los temas, actualizar ese conocimiento, dialogar dentro y fuera de la institución con los saberes construidos para ponerlos a disposición del conjunto de la sociedad son algunos de los objetivos que complementan las obligaciones básicas de impartir clases en el caso de los profesores universitarios.




Mirta Antebi
+1 #13 Benedito Medeiros Neto 04-06-2018 06:11
Prezado Professor Medeiros!
Estamos na Bahia fazendo um encontro do CAP- VIII. Ontem, dia 01/06, completamos 39 anos de ingresso na ESAP.
Hoje fizemos o sorteio do seu livro entre aqueles que foram seus alunos. Alguns fizeram toda a carreira na Empresa. Outros partiram para novos desafios profissionais.
No sorteio o contemplado foi o *Inaldo* que saiu dos Correios em junho passado.
Todos ficaram contentes de saber que você está bem e que nos honrou com o seu livro “O Cidadão Contemporâneo Frente Às Tecnologias da Informação e Comunicação”.
Todos mandaram um forte abraço para você!

https://www.facebook.com/beneditomedeirosneto?hc_ref=ARQ5FGsHObjBZAP09s8SUWbrSmcwLkTQ4lbkv2oLPgW5exS4nWxqwLYf7PDqgRHGwYA&fref=nf
+2 #12 Benedito Medeiros Neto 22-04-2018 12:11
Dear friend Benedito: I have just finish the read of your book TIC !!! My opinion is that it really is a very well written book, because i' is true that the frontier of humanity is CONSCIOUSNESS. The most important thing for humanity must be her CONSCIOUSNESS !!!!!! And if technology can help, it's wonder. The work of HUMAN beings is to be aware and to become aware of what they do, say and feel.

The newtopics of education can help a lot to achieve the union of technology and human consciousness.

God first, this must be faster and faster in achieving it. Friend Benedito, I congratulate you with all my heart. Regards; LOLY
+1 #11 Benedito Medeiros Neto 09-04-2018 19:14
Jesus Lau
Apr 7 (2 days ago)

to GALLARDO, Frankcis, me
Prezado Benedito,

Terei todo o prazer em rever o livro nos próximos dias. Vou compartilhar uma cópia com minha aluna de doutorado, Maryna Gallardo, que está estudando esse assunto colateralmente.

Muito obrigado por compartilhar uma cópia.

Parabéns por essa disciplina de redação.

Calorosas saudações,

Jesus Lau
+1 #10 Benedito Medeiros Neto 25-03-2018 15:05
Fica difícil perceber o que está acontecendo quando se está no centro do furacão. A humanidade passa por um momento de inflexão, quando todo o estabelecido muda, o momento mais revolucionário da história, a Revolução Digital, a virada para a Sociedade da Informação. O livro “O cidadão contemporâneo frente às tecnologias da informação e comunicação”, do professor Benedito Medeiros Neto, nos tira do centro do furacão e nos eleva a local de visão privilegiada do que ocorre, com o grande mérito de amalgamar as informações e análises sobre a tecnologia com a comunicação e humanidades em geral. Leitura obrigatória para quem quer ter uma visão ampla do nosso tempo e vislumbrar o futuro.

Zanei Ramos Barcellos
+1 #9 Benedito Medeiros Neto 04-03-2018 05:46
)

Nome: I Workshop Introdução à Engenharia de Ontologias e Web Semântica
Objetivo: Sensibilização para a utilidade na administração pública e geração de massa crítica de pessoas interessadas em engenharia de ontologias
Data e hora: 13/07/2011 8:30 às 18:00
Local: Auditório da ENAP - Brasília, DF
Participantes: Pilade Baiocchi Neto (MCT), Marcos Fernandes Albuquerque Lima e Benedito Medeiros Neto (MC)
+1 #8 Benedito Medeiros Neto 04-03-2018 05:46
Hello my friend! I want to say that this article is awesome, nice written and include almost all vital infos. I would like to peer more posts like this .
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http://megasto.com.ua

f7rpf9Sg6L
+2 #7 Benedito Medeiros Neto 21-02-2018 10:44
http://www.antoniomiranda.com.br

O CIDADÃO CONTEMPORÂNEO FRENTE ÀS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. Veja a INTRODUÇÃO-APRESENTAÇÃO do Livro. Veja a PARTE I

DE ONDE VIEMOS E PARA ONDE VAMOS COM AS TIC NO BRASIL
+1 #6 Benedito Medeiros Neto 21-02-2018 10:42
http://slideplayer.com.br/slide/11832212/

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