OS MISTÉRIOS GNÓSTICOS DA PISTIS SOPHIA CONSIDERAÇÕES

POR J. VAN RIJCKENBORGH COM UM PREFÁCIO DE CATHAROSE DE PETRI LECTORIUM ROSICRUCIANUMSOBRE O LIVRO I DA PISTIS SHOPIA

"Por meio deste livro. Os mistérios gnósticos da Pistis Sophia, ressoa outra vez o chamado divino para o mundo e humanidade, sobretudo para que conheçam o grande mistério do reino de Deus. E quem compreende esse chamado se torna capaz de encetar o caminho de retorno ao campo de vida original.

Para alcançar esse objetivo, cada ser humano necessita a Sophia, a sublime sabedoria divina, como guia no caminho à sua frente.

        Atravessando todas as esferas dos éons,

        caminha a Pistis Sophia,

        depois de ter purificado no Gólgota

        o santuário do corpo.

 

        Nenhum poder do mal pode impedi-la

         de abrir a vontade para o Espírito.

         Entoando os cânticos de vitória,

         ela ingressa agora na eterna festa do amor."

 

 

 

 A crise da Pistis Sofia ocorre durante o seu quinto cântico de arrependimento: agora sua condição existencial precisa comprovar-se. É por esse motivo que ao cântico da demolição POR J. VAN RIJCKENBORGH COM UM PREFÁCIO DE CATHAROSE DE PETRI LECTORIUM ROSICRUCIANUM deve seguir-se o cântico da rendição e não o heroísmo, pois heroísmo em horrível penúria é uma grande obsessão, uma fatalidade. Não, a Pistis Sofia simplesmente aceita o destino que então lhe coube. Atingida pelo mal, ela não diz: “Não sinto dor”, como uma heroína de romance. Ela é, na realidade, apura imagem da rendição (J. van Rijckenborgh. Quinto Cântico de Arrependimento: o Canto da Rendição. Mistérios Gnósticos da Pistis Sophia, 2012. Pg. 419).

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