Um candidato, um   buscador, não é somente    impelido a buscar, mas ele também é guiado. Cabe   fazer agora uma advertência clara acerca deste tema. O fato de ser guidao, de ter encontrado eventualmente um sistema, um caminho que conduz àlibertação para fora do poço, não é isento de compromisso. Todas as escolas de sabedoria do mundo sempre fizeram mençãl a um "preço"como condição de admissão. Hermes Trismegisto a diz a propósito disso: "Deus quis que a ligação com o Espírito estivesse ao alcance de todos as almas, como prêmio da corrida".

Tudo tem seu preço! As palavras do irmão Z. W. Leene, expressas com vigor ao final de sua vida, são um forte exemplo disso:  

ereis servir à humanidade?

Elevai em vossa vida 

Bondade - Verdade - Justiça!

Mas, amigos, já sabeis o preço?

O preço ultrapassa a totalidade de

vossos bens materiais."

Frases retiradas do Livro de Antonin Gadal. O TRIUNFO DA GNOSIS UNIVERSAL. Jarinu, SP: Pentagrama, 2017. pg. 41.

LINKS: http://www.pentagrama.org.br/

http://www.rosacruzaurea.org.br/eventos/brasilia

 

 

Este livro começa com a advertência clássica: “Homem, conhece-te a ti mesmo”. Sem o real autoconhecimento, todo anseio por libertação não faz sentido. Por isso, a primeira parte do livro referente à nova gênese humana começa pelo necessário confronto consigo mesmo.
 
O livro O Novo Homem foi publicado inicialmente na Holanda em 1953, procurando explicar e apresentar em bases realizadoras do processo iniciático cristão que foi mostrado no belo livro Dei Gloria Intacta em 1946. No Brasil somente veio a ser editado em 1981, com o nome de O Advento do Novo Homem. Ele foi reeditado em 2016 com o titulo de O Novo Homem. 
 
O livro O Novo Homem esta dividido em três partes, sendo que:
- a Segunda Parte fala sobre a Senda Sétupla da Nova Gênese Humana e  - a Terceira Parte expõe Os Dons e os Poderes do Novo Homem
 
No final da Segunda Parte, no Capítulo concernente ao Amor II, o Sr. Rijckenborgh explica que:

EDITORA ROSACRUZ - JARINU -SP- BRASIL. 2003.

 

"    Como a aluno vê, existem no sistema cabeça-coração três faculdades essenciais: pensar, querer e sentir. Essas três faculdades primárias podem ser empregadas pelo homem independentemente uma da outra. O homem pode pensar sem querer ou sentir; ele pode sentir sem pensar nem querer. O criador divino de todas as coisas deu aos homens essa tríplice liberdade do triângulo de fogo, o trígono ígneo, a fim de que desenvolvam, de maneira certa, os tr6es aspectos do fogo. As três faculdades primárias do sistema cabeça-coração devem colaborar em perfeita igualdade, sem que um dos aspectos do triângulo predomine. Eis por que havia, no começo, uma completa liberdade funcional de cada um dos três aspectos.

    Entretanto, na vida da natureza terrestre, já não se pode falar de um triângulo de fogo que abre harmoniosamente. Neste mundo manifesta-se três tipos de seres humanos; primeiramente, o tipo racional, baseando-se, antes de mais nada, no pensamento, o qual não tem nada a ver, contudo, com a verdadeira sabedoria. Em segundo lugar, o tipo volitivo, que não está mais ligado  à vontade pura; e finalmente, em terceiro lugar, o tipo denominado místico, que nada tem a ver com a verdadeira mística. Num atividade do pensamento, a vontade e o sentimentoestão sempre subordinados; num atividade da vontade, sào recalcado o pensamento e o sentimento; atividade do sentimento, pode-se  dizer que o pensamento e a vontade, como fatores ativos livres, estão totalmente ausente"(p. 51-52).

 

http://www.rosacruzaurea.org.br/curso-orientacao

"A smart, articulate, and even with investigation that avoids derailing into either the utopian or the dystopian. If the best is enemy of the good, The Techno-Human Condition is the good at its best."


"I loved this book! I literally couldn't put it down! It made me think about the broad implications of my own research. My program is now to think about the issues the authors raise, and then to re-read the book in light of those musings. I just wish I could have the authors in my living room for a few (or days) to probe the issues they raise."

"The Techon-Human Condition is first a cogent descripttion of modernity from the perspectiveof a techological worldviewand second a perscription for our problems through a rejuvenation of key Enlightenment precepts. The authors have clearly outlined how and why are facing  a fundamental cultural crisis precipitated by 'wicked complexity,' and this book is a clarion call for radical adjustment. I predict it will become a touchstone for reorienting our thinking about techno-society and the need to reconsider how global problems are faced by industrial societies."

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