"Sobre Cartas de Amor

As Cartas de Amor (do Espírito para Ti), de Jacob Beilhart (1867-1908), embora escritas por volta de 1900, no entardecer da Era de Peixes, apresenta uma mensagem muito atual, especialmente adequada à Era Aquariana.

Cartas de Amor enuncia um inspirador diálogo interior: é o Espírito falando à Alma. Sua linguagem é a do puro amor, da pura alegria. Suas palavras são vivifcantes.

Cartas de Amor: do Espírito para ti

Cartas de Amor é simples, suave, doce, direto, reto, surpreendente. Não pode ser melhor descrito do que como os preparativos da Noiva (A Nova Alma) para a união com o Noivo (O Espírito), na plenitude da Vida."

INSTITUTO CIVITA SOLIS (2020)

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Este livro começa com a advertência clássica: “Homem, conhece-te a ti mesmo”. Sem o real autoconhecimento, todo anseio por libertação não faz sentido. Por isso, a primeira parte do livro referente à nova gênese humana começa pelo necessário confronto consigo mesmo.
 
O livro O Novo Homem foi publicado inicialmente na Holanda em 1953, procurando explicar e apresentar em bases realizadoras do processo iniciático cristão que foi mostrado no belo livro Dei Gloria Intacta em 1946. No Brasil somente veio a ser editado em 1981, com o nome de O Advento do Novo Homem. Ele foi reeditado em 2016 com o titulo de O Novo Homem. 
 
O livro O Novo Homem esta dividido em três partes, sendo que:
- a Segunda Parte fala sobre a Senda Sétupla da Nova Gênese Humana e  - a Terceira Parte expõe Os Dons e os Poderes do Novo Homem
 
No final da Segunda Parte, no Capítulo concernente ao Amor II, o Sr. Rijckenborgh explica que:

Leia mais:O NOVO HOMEM - Sr. Rijckenborgh

1. O caminho da serpente

"Nos documentos do Espólio, Fernando Pessoa alude muitas vezes a via hermética que através da chamada Igreja Gnóstica é  transmitida aos Templários. Esta é, para ele, a verdadeira Igreja, e a via hermética a verdadeira via. Mas já na documentação  publicada em Páginas Intimas e de Auto-Interpretação, e Sobre Portugal, existem referencias à Gnoses e aos gnósticos que importa salientar: Esta heresia (a Gnose) não desapareceu nunca. Opressa, esmagada exteriormente, essa seita tornou-se secreta, desapareceu da evidencia histórica, mas não da vida." (pg. 12).

 

"O facto, porem, é que, qualquer que seja o caminho que tomemos, não devemos fazer antes de termos percorrido os graus preparatórios, os graus de neófitos. Misticismos procurar transcender o intelecto (pela intenção), a Magia aspira transcender o intelecto pelo superior. Mas para transcender uma coisa devidamente, é preciso primeiro passar por essa coisa. A vantagem do caminho gnóstico é que menos tentação de alcançar o intelecto superior sem passar pelo inferior - uma vez que ambos são intelecto e há uma diferença de quantidade entre um e outro - do que nas vias místicas e mágicas, onde há uma diferença de qualidade, não de quantidade entre emoção e intelecto, entre vontade e o intelecto." (pg. 59).

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