Livro: MODERNIDADE LÍQUIDA, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2001.

"Seria imprudente negar, ou mesmo substimar, a profunda mudança que o advento da "modernidade fluída" produziu na condição humana."Partindo desse princípio, o sociologo Zygmunt, um dos mais originais pensadores da atualidade, examina aqui como se deu a passagem da modernidade "pesada" e "solida"para uma modernidade "leve" e "líquida", infinitamente mais distante.


aspectos sociocultural das tecnologias móveis de comunicação no Brasil. EDUFBA. 2009

"Comprovando a existência desses novos territórios informacionais, autores falam de espaço híbrido, bolha ou território digital (BESLAY; HAKALA, 2007), ESPAÇO INTERTICIAL (SANTAELA, 2008), realidade híbrida, aumentada ou cellpace (manovich, 2005), parede ou muro virtual. (KAPADIA, et al., 2007) Todas essas imagens descrevem fronteiras informacionais criadas pelo download do ciberespaço, apontando para uma funsão do espaços eletrônico e físico. "

Livro: JAMAIS FOMOS MODERNOS

Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo:  Editora 34, 2008.

"Frente à perplexidade que nos cerca, os pensadores geralmente adotam uma dente três posições: os modernos, que continuam a acreditar nas promessas jamais cumpridas da modernidade; os antimodernos, que se fecham em uma postura reacionária de recusa à modernidade e pregam, basicamente, um retorno ao passado; e os pós-modernos, expressão vaga que designa os céticos, aqules que, recusando as duas opções anteriores, ficam suspensos  entre a dúvida e a crença na modernidade, enquanto esperam o fim do milénio."

 


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