ALEX PRIMO (ORG.) - Editora Sulina. CIBERCULTURA. Porto Alegre/RS. 2013.Interação em REDE

"Emfim, ideia de convergência não pode ser compreendida como um movimento de atração e aglutinação. As tensões e controversias encontradas revelam que os compostos não se misturam facilmente sem reações, explusões, etc. No  limite, a proposta de uma cultura da convergência pode ser mal interpretada como uma relação de paz entre o grande capital e os públicos. Se converg6encia, como bem lembra Jenkins, não é uma simples integração de diferentes tecnologias, tampouco é a infusão de culturas e interesses antes oponentes. As utopias e os conceitos de produção colaborativa, inteligência coletiva e sabedoria de multidões não podem descambar numa interpretação capciosa de apagamento de diferenças." (Alex Primo, p. 23).

Nó 8

OS CONFLITOS EM PROCESSOS COLABORATIVOS DE ESCRITA COLETIVAS NA WEB 2.0 - Aline de Campos

1. Introdução


"Observando-se e vivenciando-se experiências de colaboração on-line, percebe-se que estas não se diferem das práticas coletivas presenciais no que diz respeito à existência de conflitos. Pelo contrário, ao mesmo tempo em que o mundo virtual aproxima distâncias geográficas, também caracteriza uma menor possibiliddade expressão de pistas sociais. Ou seja, nas iterações mediadas temos menos possibilidades de percepção das chamadas deixas simbólicas (Thompson, 198), abrindo precedente para erros de interpretação que, por sua vez, podem acrretar um aumento destes processos conflitosos."

Description We live in a world where a tweet can be instantly retweeted and read by millions around the world in minutes, where a video forwarded to friends can destroy a political career in hours, and where an unknown man or woman can become an international celebrity overnight. Virality: individuals create it, governments fear it, companies would die for it. So what is virality and how does it work? Why does one particular video get millions of views while hundreds of thousands of others get only a handful? In Going Viral, Nahon and Hemsley uncover the factors that make things go viral online. They analyze the characteristics of networks that shape virality, including the crucial role of gatekeepers who control the flow of information and connect networks to one another. They also explore the role of human attention, showing how phenomena like word of mouth, bandwagon effects, homophily and interest networks help to explain the patterns of individual behavior that make viral events. Drawing on a wide range of examples, from the Joseph Kony video to the tweet that spread the news that Osama Bin Laden was dead, from the video of Homer Simpson voting in the US elections to the photo of a police officer pepper-spraying students at the University of California Davis, this path-breaking account of viral events will be essential reading for students, scholars, politicians, policymakers, executives, artists, musicians and anyone who wants to understand how our world today is being shaped by the flow of information online. https://www.polity.co.uk/book.asp?ref=9780745671284

O princípio da razão duranteNova Teoria da Comunicação III - Tomo II

Ciro Marcores Filho. PAULUS. São Paulo. 2011.

A Europa dos anos 1920 assistiu ao surgimento da indústria cultural, da fabricação am alta escala de artisitas, de ídolos políticos, de movimentos sociais estimulados pelos grandes meios de comunicação de massa. Com o surgimento da socieadade do glamour e do espetáculo, a política agora passa a ser feita pelo show. Os primeiros teóricos e críticos dessa nova era serào Horkheimer, Adorno e Benjamin, que vão denunciar seu caráter tanto sedutor como perverso. Finda a guerra, é Harbermas que retorna a crítica política. Mas a televisão e, depois, a Internet serào estudads por outros críticos alemães, como Anders, Kittler e Kamper, que, influenciados pela denúncia da técnica empreendida por Heidegger, trazem a discussão para os tempos atuais.

(Contra capa) 

A NOVA CRÍTICA ALEMÃ

7A. VILÉM FLUSSER

Vilém Flusser, apesar de ter nascido em Praga e seus antepacados terem habitado a cidade por mais de mil anos, foi educado na cultura alemã e, segundo suas palavras, há muito tempo participa ativamente nessa cultura. Pode-se considerá-lo, portanto, membro da geração de críticos alemães da comunicação, da mesma forma ccomo autores citados precedentemente.

 

Primeira edição, 2012 - PAULUS - 2012. 

 Contra Capa: Segundo Flusser, a vida constitui uma interminável viagem em busca de diferentes alvos, mas cada alvo significa apenas uma estão intermediária (Zwischenstationen), a partir da qual se partirá, depois, em busca de novas metas. Em totalidade, "a viagem é um método sem finalidade". Essa mobilidade permanente, esse nomadismo inerente é uma catástrofe na história humana, mas que pode ser encarada de forma positiva e afirmativa. Após milênios de confortável adaptações às nossas "casas"(sejam elas propriamente físicas ou existenciais), é hora de abandonar a morada e aventurar-se livremente nos espaços abertos. Como escreveu Flusser: "Esta é a catástrofe: que nós tenham de ser livres". Livres, inclusive, para deixar a confortável zona das experiências humanas conhecidas e experimentar novas identidades pós-humanas.

Terceira impressão, 2012. PAULUS -2010.  

O futuro da internet - Em direção a uma ciberdemocracia planetária

"A cibercultura evoca sempre um pensamento sobre o futuro. Sonhos e pesadelos estão associados ao desenvolvimento tecnológico e não poderia ser diferente com as novas tecnologias digitais. Volta o velho sonho de um mundo da comunicação livre, sem entraves, democrático, global. Este imaginário sempre retorna com o surgimento de redes técnicas, sejam elas de informação, comunicação ou de transportes. Foi assim com o telégrafo e a estrada de ferro; com o rádio, o telefone, os navios e as autoestradas; com a TV, os aviões, a viagem à Lua e a Internet."

O desenvolvimento técnico nos coloca na vertigem do futuro e na urgência do presente, criando utopias e distopias que podemos apreender pelos discursos publicitários, acadêmicos, jornalísticos ou artísticos. Devemos diagnosticar o presente e tencioná-lo com o passado para pensar o futuro. Este livro é o exercício de uma utopia (no bom sentido, como afirma Lévy no seu prefácio) para pensar a ciberdemocracia. Mas só podemos fazer isso olhando com atenção e sem preconceitos para a cibercultura do presente."

http://www.paulus.com.br/loja/o-futuro-da-internet-em-direcao-a-uma-ciberdemocracia-planetaria_p_335.html

 

 

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