Tradução de Carlos Irineu da Costa. editora 34. 2a. Edição-2009 (1o. Reimpressão-2011). RJ.

 "Mesmo o filosofo Bruno Latour (2009) [1]reafirma esta declaração, quando instiga a incapacidade dos modernos, e fala de uma revolução que éramos incapazes de fazermos, mas agora é presente na ciência, na técnica, em política ou filosofia. Esta referida sociedade denominada de modernidade líquida ou fluída, também denominada por outros autores de pós-moderna; hipermoderna; segunda ou última modernidade, e que pode ainda receber uma melhor denominação à medida que os modernos ou pós-modernos não param criar objetos híbridos e convergência dos meios é acelerada." (MEDEIROS NETO, Benedito. Literacia via dispositivos móveis (2014)).


[1]Segundo Bruno Latour (2008, p. 69), se existe algo que somos incapazes de fazer, podemos vê-lo agora, é uma revolução, quer seja na ciência, na técnica, em política ou filosofia. Mas ainda somos modernos quando interpretamos este fato como uma decepção, como se o arcaísmo houvesse invadido tudo, como se não existisse um depósito de lixo onde fosse possível empilhar o que foi recalcado.

"As relações de poder são avaliadas em um plano histórico a partir de autores que se dedicam a uma análise desta configuração engendrada pela informação e tecnologia. Dentre eles é citado Manuel Castells e Bruno Latour, com a tratativa das redes, já Howard Rheingold com Sherry Turkle, discutem o impacto da tecnologia no dia a dia da sociedade." Gerações interativas no B

rasil. Passarelli e Junqueira. Escola do Futuro/USP. 2013.

http://www.miriamgrossi.cfh.prof.ufsc.br/pdf/latour_jamais.pdf

 

Published on Feb 26, 2013

Professor Bruno Latour delivers the Gifford Lecture series entitled "Facing Gaia. A new enquiry into Natural Religion".

https://www.youtube.com/watch?v=MC3E6vdQEzk