Clovis de Barros Filho & Leandro Karna. Campineas, SP: Papirus 7 Mares, 2016. ISBN 978-85-61773-89-2.

"A praia do Nordeste é perfeita não porque aquele instante possa ser permanente, mas porque ele é fugaz. Assim como a flor de verdade é superior à flor de plástico, ainda que esta possa ser mais firme, mais duradoura e até, numa foto, se mostrar mais bonita que a flor dita verdadeira." (pg. 33).

"A sociedade não nos deixa descarrilhar na hora de falar  sobre nós mesmos. E se porventura eu disser que me acho, ou mais do que isso, que sou o melhor professor do mundo, a punição social será imediata. Talvez eu nem me atreva a pensar dessa forma, porque a galhofa será imediata. E se, por acaso, expuser isso na internet , então o massacre será imediato"(pg. 51). 

"E depois de todo este debate, caro leitor, estimada leitora, você se sentiu mais feliz? A pergunta é complexa. É frase comum que a ignorância é uma benção, no sentido que produz pouca consciência dos problemas. Mas há que se ressaltar  sempre: a pessoa que não toma consciência de problemas também não está inteirada das soluções e da felicidade. Assim, ignorância pode evitar a felicidade, mas não garante felicidade. No máximo, o ignorante é o ser "morno", aquele que os religiosos chamavam de de tíbio, almas que na mitologia de Dante na Divina comédia, não entram no céu nem no inferno. Tíbios estão fora do furor do demônio e longe do amor de Deus. São os exilados dos dois reinos " (pg. 80).  

 

Zelia Leal Adghirni. Textos reunidos e apresentados por: Fábio Henrique Pereira & Francilaine Munhoz de Moraes.      Florianópolis: Insular, 2017.

" A consolidação do campo acadêmico do jornalismo aconteceu em novembro de 2003, com a criação da Sociedade Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (atualmente Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo - SBPJor), que reuniu uma centena de pesquisadores na Universidade de Brasília."

"Jornalismo na Internet - Uma década de mutações

Por mais que os pesquisadores nas ciências das comunicações e da informaçãotenham tentado esboçar perspectivas e estratégias para o futuro do profissional do jornalismo na Internet, é praticamente impossível estabelecer, no momento presente, um diagnóstico confiável sobre a questão. Entre as alternativas colocadas para o futuro do jornalismo digital, assisitimos ao delineamento de dois perfis distintamentes opostos: de um lado, o jornalismo banal do "copia-cola", estabelecido na última década, e sobre tudo a partir do ano 2000, e, outro, o jornalismo revelado nos Blogs" ( pg. 67).

" A adoção das tecnologias dde Informação e Comunicação (TICs), com um sentido operacional voltado para o mercado, bem como a visão comercial do jornal como usina de de informação, causaram uma transformação no jornalismo brasileiro de grandes proporções"(pg. 83).

Uma conversa sem rodeios entre um historiador ateu e um padre católico / Fábio de Melo, Leandro Karnal. 1. ed. São Paulo: Planeta, 2017. ISBN 978-85-422-1131-3

Os dois autores brasileiro se inspiram no livro "Em que creem os que não creem?", feito a partir de cartas trocadas entre o escritor italiano Umberto Eco e cardela de Roma Carlo Maria Martini.

" Autoconhecimento e vida mísitica são a mesma coisa. Dê o nome que quiser. Espiritualidade, religiosidade, tudo aponta para vida interior que nos coloca  em contato com Deus que nos habita, e com o ser que somos. " (Página 127).

 

 

Aline Dresch; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior. Porto Alegre: Bookman, 2015.

A metodologia design science foi  proposta por Herbert Simon para apoiar o desenvolvimento de pesquisas voltadas à prestações de soluções e a projetos de  artefatos. Ela teve um crescimento errático e disperso em áreas como gestão, sistemas de informação (computação e informática) e engenharias.

Por isso este livro, que veio para promover um avanço na matéria, consolidando o conhecimento existente sobre design science e propondo um novo método de pesquisa para auxiliar a solução de problemas nas áreas de negócios, ciência e tecnologia.

Espera-se das pesquisa científica, que além de explorar, descrever explicar certos probelmas ou fenômenos, principalmente, as pesquisas nas áreas das Ciências da Comunicação, Informação e Computação - C(CIC) possam se cupar também do estudo dos projetos e da criação de artifetatos (DERSCH; LACERDA; ANTUNES, 2015).

Quando o desejado seria a integração entre diversas disciplina e campo de estudo, e aqui foca-se bas C(CIC),  que proporciona uma visão mais ampla do problema a ser estudado, aumentando, assim, a possibilidade de a pesquisa se tornar mais relevante e para os profissionais e para a sociedade (DERSCH; LACERDA; ANTUNES, 2015).

Com a possibilidade de integração das C(CIC), por exemplo, e não apenas uma aplicação de uma delas, Gibbons et al. (1994) afirmava que existem dois tipos de produção do conhecimento:

> a produção de conhecimento do tipo 1 - puramente acadêmica, refere-se a uma única disciplina;

> a produção do conhecimento do tipo 2 - interdisciplinar, transdisciplinar, voltado à resolução de problemas e ocorre normalmente no contexto de aplicação das disciplinas.

LINKS:

Para uma visão inicial recomenda-se conhecer a seguinte apresentação: 

A) http://gmap.unisinos.br/recursos-didaticos/Design-Science-Research-Aline-Dresch.pdf

B) http://desrist.org/desrist/content/design-science-research-in-information-systems.pdf

 

PASSARELLI, Brasilina; RIBEIRO, Fernando; OLIVEIRA, LÍdia; MEALHA, ÓSCAR. Identidade conceitual e cruzamento disciplinares. In: PASSARELLI, B.; MALHEIRO, A. S. da; RAMOS, F. (Org.).e-Infocomunicação: estratégias e aplicações / organização de Brasilina Passarelli, Armando Malheiro da Silva e Fernando Ramos.- São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2014.p. 25-47.

O livro traz a público o conhecimento teórico e aplicado de dois grupos de pesquisa, português e brasileiro das ciências da informação e da comunicação, suas interseções e imersões  no  contexto da  Ciência da Computação (aqui referencias apenas  como plataformas e meios digitais). Ele é  direcionado para aqueles interessados em conhecer o impactos das tecnologias sobre as formas de expressão humana na sociedade contemporânea,bem como a informação como substantivo ou uma coisa como memória, ou a informação como verbo ou processoquando tudo migra para a rede ou nuvem (Logan, 2012), motivado pela    presença irreversível das TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação), ou seja, um novo habitat para  estudantes, pesquisadores e pensadores aproximar-se da necessária revisão epistemologia candente.

Pontos de questionamentos:

A) Onde está Lèvy? 

 Resenha de Isa Freire (http://www.lti.pro.br/). http://www.ies.ufpb.br/ojs/index.php/ies/article/view/21812

B) Porque não transdisciplinar?

Os textos incluídos no livro exploram, de uma forma diferenciada, as relações das CIÊNCIAS DAS COMUNICAÇÕES, INFORMAÇÃO E COMPUTAÇÃO - C(CIC), ficando focada no espaço virtual e/ou on-line onde ocorre as operações, da mobilidade das redes (Internet das coisas, WiFi e 5G), nas interfaces homem-máquina, nas conexões digitais em suas mediações tecnológicas estruturante da nova disciplina, mas não avançando no hibridismo e convergência. Mas, diante dos movimentos em rede e seu uso intensivo na sociedade pós-moderna, a realidade dos corpos híbridos, até o futurismo do pós-humano, como alguns autores insistem (Santaella, 2010), faz sentido um olhar mais pragmático das atuis fronteiras dos campos interdisciplinares e transdisciplinares da  informação, computação e comunicação (MEDEIROS NETO; MIRANDA, 2015). 

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