O objetivo da pesquisa é avaliar a contribuição das ferramentas de redes sociais da Web na melhoria da comunicação e da qualidade dos serviços e produtos das bibliotecas universitárias. A pesquisa é de caráter exploratório com abordagem quantitativa e qualitativa, por meio da aplicação de questionário às bibliotecas da UNESP, UNICAMP e USP e de entrevista a uma amostra de bibliotecas dessas instituições. Os resultados revelam que as bibliotecas estão, ainda, em um estágio de experimentação com relação à utilização das redes sociais. http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27151/tde-03122012-160409/pt-br.php#

Foi lançado hoje, 15, o Teckler, plataforma social que permite aos usuários criar conteúdos específicos em textos, fotos, vídeo e áudio, e ter uma remuneração pela quantidade de visualização que cada conteúdo gera.

O modelo contempla parcerias com anunciantes e repasse de 70% da receita com publicidade para os produtores do conteúdo. A plataforma está sendo lançada simultaneamente em 164 países e em 13 idiomas.

“Estamos quebrando um paradigma com esse modelo, pois oferecemos o potencial para que pessoas comuns se tornem formadores de opinião, independentemente do seu nível de sociabilidade, mas baseado no diferencial do que produzem”, diz Claudio Gandelman, fundador da empresa e ex-CEO do Match.com para a América Latina.

Segundo Gandelman, o acesso dos leitores se dá por meio de ambiente multimídia e integrado com todas as redes sociais. Ele diz, ainda, que a exposição e remuneração dos geradores independentes de conteúdo promove o engajamento dentro do ambiente do site, muito mais facilmente do que um blog, por exemplo, e sem a necessidade de atualização de conteúdos 100% do tempo.

“Criamos um ambiente onde o usuário não precisa se preocupar com a ferramenta, nem com a plataforma de publicidade e nem com a venda da mesma”, diz.

A ideia, ele continua, é ser uma plataforma democrática de divisão de conhecimento, divertida, sem muitas regras, onde as pessoas podem dividir sua criatividade e debater os mais diversos assuntos.”Quem regula o ecossistema não somos nós, é a comunidade.”

Gandelman informa que o Teckler surge como alternativa ao mercado tradicional de publicidade, uma vez que oferece visibilidade em conteúdos definidos por relevância e nicho de interesse, simultaneamente.

Para exemplificar, ele diz que uma empresa de alimentos pode escrever receitas, divulgar no Teckler e colocar um link na página direcionando para seu site. Já uma operadora de viagens poderia interagir apenas com pessoas interessadas em turismo.

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http://convergecom.com.br/tiinside/webinside/15/05/2013/nova-rede-social-repassa-70-da-receita-com-anuncios-a-usuarios-que-geram-conteudo/?__akacao=1402899&;__akcnt=aea31829&__akvkey=6890&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=TI+INSIDE+Online+-+WEBINSIDE+-+16%2F05%2F2013+07%3A09#.UZY0KEoSoys

Tradicionalmente, os educadores ajudam pais a ensinar jovens como se comportar adequadamente em relação aos outros. Agora, com a explosão da mídia social, os educadores podem fazer parte de uma conversa mais ampla com os jovens sobre a cidadania digital e o comportamento on-line. Falaremos mais sobre o que significa cidadania digital na seção 4. Como educadores, vocês podem instruí-los a usar a Internet de forma segura, ética e responsável.
Atualmente, o Facebook desempenha um grande papel nas vidas de milhões de alunos. Vocês podem se perguntar: “Isso é bom ou ruim para os educadores?”.

TELETIME -sexta-feira, 1 de março de 2013, 18h13

Estudo feito pela Orange Telecom na Australia, Américas e Europa mostra que as redes sociais têm se tornado uma ferramenta de interação entre clientes e empresas cada cada vez mais potente.

Conforme o levantamento, 92% dos consumidores entrevistados afirmaram que a opinião sobre a empresa é formada por meio de redes sociais. Conforme o estudo, 73% da Geração Y deixaram de comprar depois de uma experiência ruim.

Pessoas da Geração Y (nascidos entre os anos 1980 e a metade de 1990), por exemplo, disseram que se comunicam com as empresas pelas redes sociais e ainda desejam ter à disposição o autosserviço.

Em 2008, aproximadamente 70% das interações eram feitas por meio do telefone. Já em 2011, esse número baixou para 55% com a mudança para canais de autosserviço. "Mesmo sendo seis vezes mais caro do que o IVR (Interaction Voice Response), o atendimento por voz ainda traz a maior satisfação para o cliente", constata a Orange.

Agora, as mídias sociais se tornaram um canal indispensável e têm sido utilizadas para o suporte de clientes, envio de mensagens e gerenciamento de reputação. Para se aproximar mais do cliente, a Dell já treinou mais de 10 mil funcionários em mídias sociais desde 2005. De acordo com o levantamento da Orange, 50% das interações de autosserviço ainda requerem um agente no contact center.

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