En la smart city expuesta, las casas son más seguras, el consumo energético es más eficiente, se pagan las compras a través del móvil y la atención sanitaria es virtual

Mobile World Congress | 26/02/2013 - 13:25h | Actualizada a las 11:50h

L'Hospitalet de Llobregat (Barcelona), 26 feb (EFE).- El Mobile World Congress (MWC) ofrece a sus asistentes la oportunidad de experimentar el día a día en una ciudad donde todo está conectado a través de las tecnologías de comunicación más avanzadas, dando así un salto en el tiempo para vislumbrar cómo puede ser nuestro futuro.


Por Heitor Shimizu, de Boston

Agência FAPESP – O uso de Twitter, Facebook, YouTube e outras mídias sociais para a divulgação de informações sobre pesquisas científicas foi defendido pelos participantes de um painel sobre comunicação em ciência na reunião anual da American Association for the Advancement of Science (AAAS), realizada de 14 a 18 de fevereiro em Boston, Estados Unidos. O detalhe é que os painelistas eram não apenas comunicadores, mas também cientistas.

Entre os dados apresentados está que a internet ultrapassou os jornais como a segunda maior fonte de notícias (após a televisão) para o público geral nos Estados Unidos. Mas, no caso de informação científica e para quem tem menos de 30 anos, a principal fonte são os veículos on-line.

“Se os cientistas não estão utilizando as mídias sociais, eles simplesmente não estão se comunicando com a maioria da população”, disse uma das palestrantes, Christie Wilcox, do Departamento de Biologia Celular e Molecular da Universidade do Havaí.

“Mais de 680 mil atualizações de status por minuto são compartilhadas pelo Facebook. Em um segundo, o YouTube recebe uma nova hora de vídeo e o Twitter, 4 mil novos tweets. Você pode atingir milhares de pessoas com um único tweet, mas consegue falar com apenas um punhado de pessoas em um dia”, disse.

Até aí, nada de novo, mas o ponto principal é que os cientistas estão atrasados nessa tendência. Apesar do elevado nível de escolaridade e familiaridade com o uso de computadores e de tecnologia, em grande parte dos casos, os pesquisadores estão utilizando menos as redes sociais do que a população geral, de acordo com Wilcox.

“Um levantamento com chefes de laboratório apontou que mais da metade não tinha contas em serviços de mídias sociais. Sem esse alcance, cientistas ficam limitados a quantas pessoas eles podem atingir. Se você está fora das mídias sociais, pode fazer muito barulho, mas poucos serão os que o ouvirão”, disse.

“Quando um cientista escreve um livro a respeito de sua pesquisa, as pessoas que o comprarem serão pessoas interessadas em ciência. São importantes, mas compõem apenas uma pequena parte da população. Por isso, é fundamental atingir aqueles que ainda não se interessam por ciência”, disse outra palestrante, que atende pela alcunha “Scicurious”, com o qual assina um popular blog científico na revista Scientific American.

Com doutorado e pós-doutorado em neurociências, Scicurious salientou que as mídias sociais ajudam a tornar a ciência uma experiência mais próxima do público geral e podem dar aos pesquisadores uma possibilidade de mostrar “sua personalidade fora do laboratório”.

“A maior parte dos cientistas pode não ter tempo de manter um blog, mas felizmente plataformas como o Facebook oferecem maneiras eficientes de compartilhar informações científicas. Com 67% dos internautas usando o Facebook, os pesquisadores têm ali uma forma de atingir uma rede de pessoas com a qual, de outra forma, não poderiam se comunicar”, disse.

Otimismos à parte, a palestrante Dominique Brossard, professora de Comunicação na Universidade de Wisconsin em Madison, concordou com a importância das mídias sociais, mas sugeriu cautela na utilização dessas formas de comunicação para a transmissão de informações científicas.

Em um artigo publicado no Journal of Computer Mediated Communication, Brossard concluiu que o tom dos comentários em um blog ou em um post influencia a percepção dos leitores.

“O ponto principal é que a publicação em mídias sociais é uma comunicação bidirecional. Cada publicação pode vir acompanhada de comentários, que podem ser favoráveis ou contrários ao que se está informando”, disse.

De acordo com Brossard, quando comentários sobre uma pesquisa mencionada em redes sociais são rudes ou depreciativos, os leitores se tornam mais propensos a adotar um ponto de vista negativo a respeito do estudo. “Mas uma série de regras ou diretrizes de uso de mídias sociais, nesse caso, pode mitigar o problema e levar a melhorias na etiqueta on-line”, disse. 

 

http://agencia.fapesp.br/16850#.USThhLcGeD0.facebook

A principal afirmação dos laboratórios da empresa para 2017 é que até lá os aparelhos (do smartphone ao computador) terão todos os sentidos humanos. Eles terão olfato, paladar, tato, visão e audição. É o que a IBM chama de um sistema cognitivo: “Os sistemas de computação -cognitiva vão nos ajudar a solucionar problemas complexos, nos manter na -velocidade da informação, nos auxiliar a fazer decisões mais bem informadas, melhorar nossa saúde e padrão de -vida, -enriquecer -nossas vidas e derrubar todo tipo de barreira, -inclusive distâncias geográficas, de -língua, de custo e acessibilidade”.

Veja mais em: http://www.cartacapital.com.br/tecnologia/bola-de-cristal/

RIO - A Internet Association foi lançada oficialmente hoje, com participação de 14 das principais empresas de Internet dos EUA. O grupo foi criado para defender os interesses do setor no legislativo americano para “fortalecer e proteger a internet livre e inovadora”.

“A Internet Association vai representar esse setor econômico, em parceria com empresas e usuários individuais, para garantir que a internet terá sempre uma voz em Washington e um lugar à mesa”, diz o documento de lançamento da organização.

Fazem parte do grupo Amazon.com, AOL, eBay, Expedia, Facebook, Google, IAC, LinkedIn, Monster Worldwide, Rackspace, salesforce.com, TripAdvisor, Yahoo! e Zynga.

- Essas empresas são todas concorrentes ferozes no mercado, mas reconhecem que a internet precisa de uma voz unificada em Washington. Elas entendem que o futuro da internet está em jogo e que devemos trabalhar em conjunto para protegê-la – disse Michael Beckerman, presidente e diretor-executivo da entidade.

Em artigo publicado no site do grupo, Beckerman explica que a tentativa de aprovação do SOPA (Stop Online Piracy Act) e do PIPA (Protect IP Act) serviu como um alerta para o setor, que se mobilizou e promoveu, no dia 18 de janeiro deste ano, uma manifestação on-line que envolveu mais de cem mil sites.

“A tentativa de censurar a internet foi um chamado para o despertar político”, escreveu.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/tecnologia/gigantes-da-internet-se-juntam-em-associacao-nos-eua-6135882#ixzz277u8l8ka
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