Este artigo teve como objetivo criar e validar um  instrumento capaz de mensurar o Nível de Inclusão Digital Individual. Para atingir o objetivo dessa investigação, foi conduzido um levantamento do tipo survey, de natureza quantitativa e caráter descritivo. Ainda quanto aos aspectos metodológicos, o procedimento foi dividido em duas etapas. A primeira tratou da construção de um índice de inclusão digital individual - capaz de verificar o nível de inclusão digital de um individuo. A segunda foi a validação do índice, através de métodos estatísticos. A construção do instrumento de pesquisa se deu com base em modelos e teorias sobre o tema. Como contribuições desse trabalho, cita-se a elaboração de um instrumento que possibilita a mensuração do nível de inclusão digital individual. Além de um método para identificação e aproximação dos indivíduos com mesmo nível de inclusão digital, ou seja, grupos homogêneos internamente, bem como separação em grupos diferentes daqueles com diferentes níveis de inclusão digital, ou seja, grupos heterogêneos entre si.

http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/15389/9686

O Ministério da Educação abriu inscrições até 21 de setembro de 2013 para receber propostas de aplicativos educativos para tablets. Os aplicativos selecionados serão utilizados em tablets distribuídos pelo MEC .

Os apps devem ser totalmente gratuitos para os usuários, funcionar em Android 4.0 e estar disponíveis na Google Play. Eles podem ser desenvolvidos  para enriquecimento curricular, para capacitação de professores ou para o desenvolvimento de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e superdotados. Serão aceitos aplicativos desenvolvidos ou traduzidos para o português do Brasil e apps em inglês e espanhol, desde que sejam para o aprendizado desses idiomas. A pessoa ou empresa pode tanto morar no País como no exterior.

No dia 23 de setembro, um comitê técnico deve começar a avaliar as propostas inscritas e os resultados serão publicados no Diário Oficial da União em 22 de novembro deste ano. Entre 25 de novembro e 2 de dezembro, será possível entrar com recursos, e os resultados finais destes sairão em 10 de dezembro

Tese de doutorado apresentada ao Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação da Universidade de Brasília como requisito para obtenção do título de Doutor em Ciência da Informação. 18 Abril de 2013.

Esta pesquisa foi direcionada à identificação de uma definição válida para competência informacional em publicações sobre o tema, bem como buscou identificar quais são os processos de aprendizagem vivenciados pelos profissionais da informação para o alcance da sua competência informacional.

http://repositorio.unb.br/browse?type=author&;order=ASC&rpp=20&value=Gama%2C+Ana+Claudia+Soares+Cavalcante

As etapas da pesquisa incluíram a seleção de extratos literários utilizando artigos, pesquisas e livros publicados em diversos países e a avaliação dos profissionais da informação (servidores do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e tecnologia (IBICT)) para a obtenção de um percentual de concordância, identificando a origem da aprendizagem.

A metodologia usada para o desenvolvimento desta pesquisa foi a Teoria Fundamentada nos Dados (Grounded Theory). A fundamentação teórica considerou trabalhos publicados sobre o assunto ou a ele relacionados no período compreendido entre 1968 e 2012, em três idiomas (português, espanhol e inglês), que se encontram publicados em vários países, tais como: Estados Unidos, Austrália, Espanha, México, Turquia, Chile, Portugal, Brasil e Egito. Das referências, foram extraídos padrões e conceitos, posteriormente agrupados por similaridade, gerando três categorias: conhecimento, habilidades e atitudes. As categorias e suas descrições conceituais fundamentaram as perguntas do questionário de coleta de dados.

Os resultados revelaram elevado percentual de concordância, com variações entre 83% e 100%, indicando que a competência informacional é o resultado de um processo de aprendizagem ao longo da vida que incorpora não só a aprendizagem de conhecimento, mas a aprendizagem de habilidades e atitudes, compondo três grandes categorias (conhecimentos, habilidades e atitudes) que suportam conceitos e padrões, que evoluem de forma cumulativa, ou seja, cada novo aprendizado se soma aos adquiridos anteriormente, preparando o indivíduo para a resolução de problemas de maior complexidade

Ao final da pesquisa foi possível observar que a expectativa inicial, de encontrar os cursos / treinamentos como sendo a principal fonte desse tipo de aprendizagem, estava errada e ficou classificada em terceiro lugar, atrás do esforço pessoal (primeiro lugar) e da aprendizagem que ocorre no trabalho ou com especialistas (segundo lugar). Esse resultado destaca a importância da auto motivação e da autodeterminação para a aprendizagem que leva ao alcance da competência informacional. A tese apresenta uma proposta teórica sobre competência informacional e os diferentes tipos de aprendizagem vivenciadas pelos integrantes das amostras (pré-teste e teste). 

 

http://www.administradores.com.br/tv/adm-talks/internet-so-para-usar-o-facebook/48/

As tecnologias de informação e comunicação – TICs constituem ferramental indispensável para a inserção do indivíduo na sociedade contemporânea, no sentido de seu pleno exercício de cidadania. Discussões sobre limitações de acesso e de uso das TICs são comuns na literatura acadêmica internacional (usualmente tratadas pelo termo “exclusão digital”) e também preocupam cidadãos e gestores na elaboração de políticas públicas. No presente estudo, de natureza conceitual e crítica, identificam-se as formas básicas de limitação digital presentes na literatura e elabora-se uma mais refinada distinção entre elas a partir do entendimento de que fenômenos de naturezas diferentes vêm sendo equivocadamente tratados de maneira indistinta e sem igual profundidade. Três formas principais de limitação digital são definidas (limitação de acesso, limitação cognitivo-informacional e limitação comportamental) e suas interdependências são identificadas e descritas à luz da teoria do comportamento planejado. Como resultado adicional, percebe-se que o fenômeno da limitação digital envolve mais dimensões do que usualmente se imagina e apresenta uma dinâmica complexa de possibilidades de solução, dado que a interdependência entre as três formas de limitação é muito sensível a alterações em fatores tecnológicos, sociais, econômicos, cognitivos e comportamentais.

http://www.ies.ufpb.br/ojs/index.php/ies/article/view/4393/4447

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