Resumo: Na atualidade, as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) configuram-se como um importante território de produção e transformação sociocultural, no qual se engendram novos valores, sentidos e práticas sociais pautados pela colaboração e interação em rede. Em um contexto de discussão sobre indicadores de acesso ao computador e à Internet, a presente pesquisa vale-se da netnografia para abordar as literacias informacionais emergentes a inclusão digital de idosos no Programa AcessaSP.

Palavras-chave: Cibercultura, inclusão digital, netnografia, literacias emergentes na Web 2.0, idosos e as TIC.

http://www.revistas.usp.br/comueduc/article/view/45432/49041

Descreve o desenvolvimento de um projeto sobre Competência informacional em colégio da Educação Adventista em Curitiba, com alunos do 3º ano do Ensino Médio (EM). Visa desenvolver habilidades informacionais nas rotinas dos trabalhos acadêmicos, orientar alunos e professores em relação à normalização das pesquisas e fortalecer o papel educativo dabiblioteca e do bibliotecário. Baseado nos estudos de Eisenberg e Berkowitz reorganiza asetapas para realização dos trabalhos com palavras-chaves. Foram organizadas reuniões, palestras com coordenadoras, orientadoras, auxiliares das bibliotecas e professores para explicar o novo roteiro de trabalhos acadêmicos, bem como a construção de um guia comorientações deste novo processo. Descreve a parceria realizada com professores para o desenvolvimento desta metodologia e a participação do bibliotecário no processo, uma novidade para os alunos. A escolha do 3º ano do EM foi por estarem entrado para a faculdadee de prepara-los para essa nova etapa de suas vidas. Analisou o desempenho dos alunos durante o processo e destaca as principais dificuldades em relação à metodologia de trabalho,destacando que a sintetizar e buscar informações, fazer citações e falar em público, foram as mais indicadas. Constatou-se que essas dificuldades são decorrentes da falta de leitura sobre o tema e a reescrita. 

Palavras-chave: Competência informacional. Biblioteca escolar. Trabalhos acadêmicos.

Área temática: Biblioteca

http://portal.febab.org.br/anais/article/view/815/815

 

O professor deve considerar os conhecimentos prévios e estudos anteriores dos aprendizes sobre o assunto para auxiliá-los a fazer as conexões com as novas informações, identificando as melhores estratégias para atingir os objetivos de aprendizagem. A experiência é a vivência consciente do indivíduo, sendo esta essencial para a aprendizagem por atuar como pontos de apoio para aquisição de novos conhecimentos. 
Autores contemporâneos consideram que o conhecimento é obtido das experiências do sujeito e da interação dele com o mundo. O significado surge das atividades de intercâmbio mútuo de uma mente existente em um corpo que vive em um ambiente.
Considerar a experiência dos indivíduos no processo de desenvolvimento do letramento informacional, também compreendido como processo de busca e de uso da informação, permite que a aprendizagem seja mais significativa. 
Do e-book: Letramento informacional: pesquisa, reflexão e aprendizagem
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http://leunb.bce.unb.br/bitstream/handle/123456789/22/Letramento_Informacional.pdf?sequence=3

Apesar dos avanços na infraestrutura tecnológica das escolas no Brasil, o uso pedagógico do computador e internet em atividades com os alunos ainda tem um grande caminho a ser percorrido. Dados são da pesquisa TIC Educação 2012, feita pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), por meio de seu Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), divulgados nesta quinta-feira, 23, corroboram essa percepção.

O estudo foi realizado em 856 escolas públicas e privadas do Brasil, selecionadas a partir do Censo Escolar do MEC/INEP 2011. Do ponto de vista da infraestrutura, as escolas brasileiras registraram maior incorporação de computadores portáteis — o que aponta para um caminho de uso das TICs para além das atividades de gestão escolar ou do uso vinculado aos laboratórios de informática. Ao todo, 71% das instituições de ensino possuem notebooks, mas o percentual ainda é muito baixo quando considerados os tablets, presentes em apenas 4% das escolas. Nas regiões norte e centro-oeste, esse índice é ainda mais desanimador, pois nenhuma das escolas consultadas possuía o equipamento. Na quebra por escolas públicas e particulares, apenas 2% das instituições geridas por governos (estaduais, federais ou municipais) possuem tablet, contra 7% das administradas por organizações privadas.

Em relação à internet, 8% das escolas ainda não possuem conexão. Essa fatia é mais elevada no Norte e Nordeste, onde 10% das escolas consultadas estão desconectadas. Quando analisadas as escolas públicas municipais do país, 15% não possuem computadores com acesso à web. Além disso, a velocidade ainda se mostra como uma limitação importante de acordo com diretores, coordenadores pedagógicos e professores — apenas 19% das escolas com aceso à web possuem conexão acima de 8 megabits por segundo (Mbps). A maioria está na faixa entre 1 Mbps e 2 Mbps (36%); seguida da faixa entre 512 kilobytes por segundo (KBps) e 1 MBps (21%).

Perfil do aluno

A presença de computador e internet é maior nos domicílios dos alunos. Entre os alunos das escolas públicas, 62% já possuem o equipamento em suas casas — além do crescimento dos estudantes que fazem uso da internet por celular (44% entre alunos do ensino público e 54% no ensino privado). Pela primeira vez, desde 2010, a forma de aprendizado de uso da internet mais citada pelos consultados foi “aprendeu sozinho”, em vez de necessitar de professores ou tutores para acompanhar a navegação.

O estudo está disponível na íntegra no site do Comitê Gestor da Internet no Brasil.

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