Por: Renato Vieira da Assunção e Cley Arthur Miranda Reis


Resumo: Pouquíssimas instituições sobreviveram por tanto tempo e se desenvolveram sob formas tão variadas quanto a Biblioteca, que se adaptou e evoluiu diante de sociedades com estruturas e escalas de valores tão distintas quanto as que existiram no período da Antiguidade, da Idade Média, do mundo Moderno e até mesmo as que existem na contemporaneidade. Este trabalho parte de uma pesquisa bibliográfica, com o objetivo de evidenciar qual seria o futuro das bibliotecas convencionais diante do novo conceito de biblioteca iniciado com o Google Books. Investiga-se neste trabalho a polêmica a respeito da possibilidade desse novo serviço da gigante empresa de informática Google ameaçar a existência das bibliotecas tradicionais de pesquisas. Serão apresentados aspectos positivos e negativos deste projeto ambicioso que supostamente seria responsável por organizar e disseminar toda a informação e o conhecimento produzido pelo homem no decorrer do seu desenvolvimento. Argumenta-se também sobre os principais entraves que estão ao redor deste que é considerado atualmente como o maior projeto de digitalização de livros, como as barreiras impostas pelas legislações que amparam os direitos autorais.
Palavras-chave: Biblioteca digital; Bibliotecas tradicionais; Google books; Tecnologia da informação; Direitos autorais; Obras órfãs.
 

 

 

http://www.datagramazero.org.br/dez12/F_I_art.htm

Con sede en el Reino Unido, Mendeley ha anunciado que recibe más de 100 millones de visitas al mes.
 
La información que alimenta este ecosistema la provee (crowdsource) la propia comunidad científica, algo así como ocurre con Wikipedia. Lo usan 1,9 millones de investigadores, que han creado una base de datos compartida de 65 millones de referencias bibliográficas únicas (muchas con el documento en texto completo). Esto, de acuerdo con estudios recientes, cubre 97,2 a 99,5% de todos los artículos de investigación publicados. Las bases de datos comerciales de Thomson Reuters y Elsevier contienen 49 millones y 47 millones de referencias únicas, respectivamente, pero para acceder a ellas las universidades tienen que pagar decenas de miles de dólares al año.

Linha de Pesquisa: Comunicação e Mediação da Informação

Grupo de PesquisaCOMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO

http://www.cid.unb.br/m001/M0011000.asp?txtID_PRINCIPAL=2

Repercussões dos trabalhos do grupo Foram muitos os avanços conquistados com a formação do Grupo de Pesquisa. Além de vários seminários realizados em Brasília, com o apoio da Biblioteca Nacional de Brasília, Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, e da Biblioteca da Universidade de Brasília, o grupo mantém rede de especialistas que se mobilizou para realizar em 2011, na programação do Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação um seminário nacional. O sucesso do evento foi confirmado com a publicação da Declaração de Maceió. Trata-se do primeiro documento formal, publicado por entidades representativas da area de informação sobre o tema "competência em Informação", com um posicionamento e uma manifestação pública, que cobra ações e responsabilidades. De oficinas de trabalho com especialistas (Brasil e exterior)de várias áreas, preocupados com o tema Comunicação da Informação nasceu o planejamento de uma Conferência Internacional, realizada com sucesso em dezembro de 2007. O trabalho foi coordenado pelo Núcleo de Estudos de Saúde Pública (NESP/UnB), e por professores do Programa de Pós-graduação do Departamento de Ciência da Informação e Documentação da Universidade de Brasília (linha Comunicação da Informação). Uma série de livros foi publicada nos dois anos que se seguiram (oito edições da coleção TEMPUS) e uma revista científica de informação e saúde foi montada (Tempus Actas). Especialistas trabalharam uma agenda a criação de um grupo de pesquisa com o mesmo destaque: Comunicação da Informação em Saúde e o grupo para discutir amplamente o tema Competência. Dessa forma, associamos o tema aos seus sub-eixos principais: Informação, Educação e Comunicação. Esta trilha nos levará ao entendimento de três mundos distintos, a partir de metodologias e tecnologias ligadas à comunidade científica, à gestão corporativa e à comunicação popular.

 

... reconcilar a ciência com a religião, reinserindo Deus na ciência e a natureza na religião, para desse modo, fertilizar as arte e a vida. (Rodolf Steiner)

A Ciencia e a Flor

"A filosofia se basei na esopeculação, na lógica, no pensamento, na sítese do não que sabemos. Pode incluir dentro dos seus limites o conceito de ciência, da religião e da arte. Mas onde podemos encontra esta filosofia? Tudo que conhecemos nos nossos dias com o nome de filosofia não é a filosofia, mas simplesmente "literatura crítica"ou a expressão de opiniões pessoais, principalmente com finalidade de vencer e destruir outras opiniões pessoais.  Ora, o que é ainda pior, a filosofia não passa de uma diaética que se satis faz a si mesma cercando-se de uma barreira impenetrável de terminologia ininteligível ao não-iniciado e resolvendo para si mesma todos os problemas do Universo, sem qualquer possibilidade de provar esssas explicações ou de tornálas inteligíveis ao comum dos mortais" (p.34)   

"A ciência é baseada na experiência e na observação. Não deve conhecer o temor, não deve ter dogmas, não deve criar para si mesmo nenhum "tabu". Mas a ciência contemporânea, pelo simples fato de ter renpentinamente cortado  suas relações com a religião e o "misticismo", isto é, por ter criado para si mesmo um um "tabu" definido, converteu-se num instrumental acidental e inseguro do pensamento. A presensa constante deste "tabu"  a obriga a fechar os olhos a toda uma série de fenômenos  ininteligíveis,  inexplicáveis e insteligíveis, priva-a da totalidade  e da unidade e, como consequência, somos levados  à situação de "não ter um ciência, mas várias ciêncas".    (p. 35)

A arte se baseia na compreensão emocional, no sentimentodo Desconhecido que está atrás do visívele do tangível, e no poder criador, isto é, o poder de reconstruir em formas ou visíveis as sensações, sentimentos, visões e os estados de ânimo do artista, e principalmente uma determinada sensação fugidia, que é, de fato, o sentimento de uma harmoniosa interconecção e unidade de todas as coisas e sentimento da "alma" das cosas e  fenômenos. Como  a ciência e a filosofia, a arte é um caminho de conhecimento definido. Ao criar, o artista aprende muita coisa que não conhecia antes. Mas uma arte que não revela mistérios, que não conduz `esfera do Desconhecido, que não produz um um novo conhecimento, é uma paródia da arte, e, ainda, com frequência, não é sequer uma paródia, mas simplesmente um comêrcio ou uma industria. (p. 35)  

P.D. OUSPENSKY. UM NOVO MODELO DO UNIVERSO. Princípios do método psicológico aplicado aos problemas da Ciência, da Religão e da Arte. Editora Pensamento. São Paulo. 1995.

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2013/2/20 Guilherme Ataíde <Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo." target="_blank">Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.>
Informo aos (às) colegas pesquisadores (as) que as dissertações do PPGCI/UFPB também estão sendo (paulatinamente) disponibilizadas no Repositório Eletrônico Institucional (REI) da UFPB.

Os títulos podem ser acessados através do seguinte link: http://rei.biblioteca.ufpb.br/jspui/handle/123456789/102/browse?type=title&submit_browse=T%C3%ADtulo
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