Brasília, 5 – O Brasil fechou o mês de julho de 2013 com 350 milhões de acessos de telecomunicações, incluindo os serviços de telefonia fixa, celular, banda larga e TV por assinatura. De acordo com balanço da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), de julho de 2012 a julho de 2013, 16,3 milhões de novos acessos foram ativados, o que representa um crescimento de 5% no período. A evolução do setor é tão significativa que a cada dia 45 mil novos acessos foram adicionados à base.
 
             
 
 
A banda larga foi o segmento que mais evoluiu no período, com 39% de crescimento em relação a julho de 2012. O Brasil já conta com 110 milhões de acessos, sendo 88,7 milhões de banda larga móvel e 21,4 milhões de banda larga fixa. Entre julho de 2012 e julho de 2013, a banda larga móvel expandiu 47,6% em número de acessos e a banda larga fixa cresceu 12,4%.
 
A telefonia móvel apresentou crescimento de 4% no período, com 10,6 milhões de novos chips ativados. Em julho deste ano, o Brasil contabilizou 267 milhões de telefones móveis. A telefonia móvel está presente em todos os municípios brasileiros e há competição entre pelo menos três prestadoras em cidades que concentram 87% da população do Brasil. As redes de terceira geração (3G), que permitem conexão à internet em banda larga móvel, estão operando em 3.414 municípios, onde moram 89% dos brasileiros.
 
No Brasil, existem hoje 61.466 antenas de telefonia móvel, que dão suporte aos serviços de celular e banda larga móvel. Nesse período de doze meses, 4.953 novas antenas foram instaladas, o que representa 9% de crescimento da infraestrutura.
 
A telefonia fixa também apresentou evolução, alcançando 44,6 milhões de acessos. De julho de 2012 a julho de 2013, 1,2 milhão de novas linhas de telefones fixos foram ativadas, com crescimento de 3%. A telefonia fixa está presente em 40 mil localidades e apresenta um dos maiores índices de competição do mundo, com 34% de participação das autorizatárias na base total de clientes. 
 
As redes das concessionárias de telefonia fixa que permitem a oferta de serviços de banda larga chegam a todos os municípios brasileiros. Essa infraestrutura permitiu a realização de um dos maiores programas de inclusão social – o Banda Larga nas Escolas – pelo qual as prestadoras levam internet rápida gratuita a 66 mil escolas públicas urbanas.
 
O serviço de TV por assinatura (SeAC), por sua vez, cresceu 15% no período, chegando a 17 milhões de acessos. De julho de 2012 a julho deste ano, 2,2 milhões de novos assinantes entraram na base de clientes dos serviços de TV paga.
 
Essa expansão acelerada mostra o empenho do setor de telecomunicações em atender à forte demanda dos brasileiros por serviços cada vez mais modernos. As empresas também estão investindo pesado, especialmente em ações de melhoria da qualidade dos serviços. No primeiro trimestre de 2013, foram investidos R$5 bilhões, 4% a mais que o mesmo período do ano passado.
 
A Telebrasil entende que os investimentos necessários a essa evolução devem continuar a ser incentivados, com medidas de desoneração tributária e regras que facilitem a instalação de infraestrutura e estimulem o surgimento de novos modelos de negócios.
 

Assessoria de Imprensa TELEBRASIL
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo." target="_blank" style="color:rgb(17, 85, 204)">Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
(61) 2105-7455 / (61) 2105-7457

Governo federal prorroga programa de acesso gratuito à INTERNET.

O Gesac, programa do governo que garante conexão gratuita à Internet a milhares de pontos em locais remotos em todo o País, teve o atual contrato de prestação de serviços prorrogado por mais um ano, até o lançamento de um novo edital, que vai ampliar o projeto. Os extratos de termos aditivos foram publicados pelo Ministério das Comunicações na edição desta quinta-feira, 29, no Diário Oficial da União.

De acordo com o diretor de infraestrutura para inclusão digital do Minicom, Américo Bernardes, o objetivo da medida é garantir a continuidade do serviço durante o processo de transição que vai ocorrer com a expansão do Gesac. Atualmente, o programa leva o acesso à Internet para cerca de 13 mil pontos em todo o País. Esses pontos vão ser abrangidos pelo novo edital, que está em fase de finalização.

A previsão é de que o programa passe a contar com cerca de 31 mil pontos de acesso à Internet — ampliação de mais de 100% em relação à abrangência atual. Além disso, a velocidade da conexão vai aumentar: cerca de 70% dos pontos terão uma velocidade nominal de 1 Mbps. Em alguns locais, a velocidade poderá chegar a 8 Mbps.

Também na nova proposta, a quantidade de pontos terrestres deve superar os 80% – hoje esse índice é de 9%. Com a mudança, os pontos com tecnologia satelital vão estar à disposição de localidades onde ainda não é possível o atendimento por outras formas de tecnologia.

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou que a rede social está se associando a outras seis empresas – Ericsson, MediaTek, Nokia, Opera, Qualcomm e Samsung – em um projeto que para levar o acesso à Internet aos cerca de cinco bilhões de pessoas no mundo ainda não conectadas.

O grupo, chamado internet.org, vai trabalhar em projetos conjuntos para expandir a conectividade, apoiando-se em suas relações com operadoras móveis, governos e outras organizações não-governamentais. "Há enormes barreiras nos países em desenvolvimento para se conectar e ingressar na economia do conhecimento", disse Zuckerberg, que estima que apenas 2,7 bilhões de pessoas, pouco mais de um terço da população mundial, têm acesso à Internet.

Ainda de acordo com o CEO da rede social, o Facebook já gastou US$ 1 bilhão em infraestrutura com o objetivo de garantir acesso mais amplo à Internet no mundo, e que tem planos de gastar ainda mais para tal.

http://www.elnortero.cl/node/23592

Las doce elegidas, tras un minucioso análisis, tienen el potencial de afectar a miles de millones de consumidores, cientos de millones de trabajadores, y trillones de dólares en actividad económica.

Imagen de Alfredo Barriga
1,088 Lecturas
03 de Agosto, 2013 10:08
Se acaba de lanzar un nuevo reporte del prestigiado Mc Kinsey Global Institute. Esta vez sobre las doce tecnologías disruptivas que tendrán mayor impacto de aquí al año 2025. Para elegir estas doce tecnologías – de todos los campos del saber – se les pidió 4 características:
  • La tecnología debe demostrar tener avances rápidos y persistentes en el tiempo, con fuertes mejoras año a año en productividad y costos
  • El alcance del impacto potencial es amplio: para ser económicamente disruptiva, una tecnología debe tener un alcance amplio, afectando a un vasto número de productos, servicios y dispositivos. Por ejemplo, la banda ancha móvil podría impactar en cómo 5 mil millones de personas organizan sus vidas, dándoles acceso a emprendimientos no soñados hasta ahora.
  • El uso de la tecnología afectaría a un valor económico significativo: la contribución a la economía debe incrementar el PIB mundial y ser superar el impacto negativo en actividades existentes y obsolescencia en capitales que traiga la disrupción
  • El impacto económico es potencialmente disruptivo: las tecnologías que importan son aquéllas que pueden cambiar dramáticamente el status quo. Pueden transformar la forma como las personas viven y trabajan, crear nuevas oportunidades de negocio, y traer crecimiento o ventajas competitivas a las economías 
Las doce elegidas, tras un minucioso análisis, tienen el potencial de afectar a miles de millones de consumidores, cientos de millones de trabajadores, y trillones de dólares en actividad económica transversalmente en la economía. El cuadro siguiente muestra los resultados:
Como se puede ver, 5 de las doce tienen que ver directamente con Tecnologías de la Información (Internet móvil, automatización de trabajo del conocimiento, Internet de las cosas o IPv6, cloud Computing e impresión 3D) y otras 2 más están indirectamente relacionadas (robótica avanzada y vehículos autónomos, que requieren de un fuerte componente de inteligencia artificial y programación). El 100% están relacionadas con la Sociedad del Conocimiento, por si alguien aún a estas alturas sigue pensando que este término es más académico que real.
El resultado será una demanda enorme por profesionales del conocimiento y una nueva revolución en la productividad, que llevará a las naciones y empresas que adopten las nuevas tecnologías a niveles de negocio nunca vistos. Cientos de millones de puestos de trabajo serán destruidos y cambiados por cientos de millones de nuevos perfiles de trabajo. Nuevas carreras universitarias se crearán con notable éxito – si es que la demanda por estos profesionales sigue siendo atendida por las Universidades, cosa que dudo. Miles de millones de personas en todo el mundo tendrán acceso a actividades económicas que hasta ahora les estaban vetadas, gracias a que tendrán la posibilidad de acceder a capacitación directa y de muy bajo costo.
Página 2 de 4

Quem está Online

Temos 56 visitantes e 2 membros online

  • imzomidylocgold

Palavras-chave

Buscar