1. Em 2 anos, o armazenamento ilimitado de dados livres estarão disponíveis para 90% dos seres humanos

2. Em 2021, os farmacêuticos robóticos estarão na América​

3. Até 2022, 1 trilhão de sensores estarão on-line

4. Até 2022, 10% de nós usará roupas 'conectadas' na web

5. Até 2022, carros podem surgir carros impressos em 3D

6. Até 2025, os telefones móveis implantáveis ​​estarão disponíveis para comprar

7. Até 2023, grandes tecnologias de dados podem substituir os censos do governo​

8. Até 2023, 10% dos óculos de leitura estarão ligados à internet

9. Em 2023, 80% dos seres humanos terão uma "presença digital"

10. Em 2023, 90% dos humanos teriam um supercomputador de bolso

11. Até 2024, o acesso à internet será considerado um direito humano

12. Até 2024, fígados criados em impressão 3D podem ser transplantados

13. Até 2024, metade do nosso tráfego na internet será a partir de aparelhos e dispositivos​

14. Até 2025, 5% dos produtos de consumo vão poder ser criados em 3

15. Até 2025, 30% das auditorias de negócios serão realizadas por inteligência artificial

16. Até 2025, mais viagens de carros-compartilhados do que privados

17. Em 2026, carros sem condutores representarão 10% de todos os carros nos Estados Unidos

18. Até 2026, cidades sem semáforos - Smart Cities.

19. Em 2027, 10% do PIB a ser armazenado com tecnologia de bitcoin

O material jornalístico que acessamos na tela de um computador (de mesa, de mão, de de bolso, de pulso) passa antes por um processo relativamente complexo.  Pautas, localidades, contatos, recursos técnicos - humanos e não-humanos, e uma série de outras variáveis compõem o fazer do jornalismo nos dias de hoje.  As ferramentas de suporte e condicionamento deste ambiente, bem como o fluxo de trabalho, são pontos que integram o saber comunicacional que todo jornalista precisa dominar, caso queira efetivamente operar no World Wide Web

A desocupação da orla do Lago Paranoá saiu do papel nesta segunda-feira (24/8), quatro anos após decisão judicial. Cercas, muros e alambrados foram derrubados pela manhã, no primeiro dia da operação de derrubada de invasões nas margens. O trabalho de combate a danos ambientais começou pela região mais nobre de Brasília, o Lago Sul. O Governo do Distrito Federal (GDF) promete eliminar todas as construções erguidas nos 30 metros das margens do espelho d'água, conforme exige a lei.

 

O Plano de Fiscalização e Remoção de construções e instalações erguidas na área de preservação permanente (APP) do espelho d’água prevê a derrubada de cercas e muros em área pública que impedem o acesso da população. O documento representa um acordo assinado entre o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e o GDF, por meio do Núcleo Permanente de Mediação e Conciliação do Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (Nupemec).

 

A retirada de píeres, quadras esportivas e quiosques, construídos de forma irregular pelos moradores, ainda será discutida após a criação do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (Prad). A sentença que recai sobre o GDF prevê a elaboração de três documentos: fiscalização, remoção e recuperação.

 

Os moradores do Lago Sul e Norte se posicionaram contra a derrubada. Por meio da Associação dos Amigos do Lago Paranoá (Alapa), eles tentaram impedir judicialmente a desocupação da orla, mas o pedido foi negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

 

Em análise à medida cautelar ajuizada pela Alapa no último dia 20 de agosto, o ministro Napoleão Nunes Maia Filho indeferiu o recurso. “(...) Verifico que não se evidencia a presença dos requisitos jurídicos autorizadores da medida excepcional pleiteada, razão pela qual, indefiro o pedido de tutela liminar e, com fundamento no art. 34, XVIII, do RISTJ, nego trâmite a própria medida cautelar, decretando a imediata extinção do feito”, destacou um trecho da decisão. Assim, não há, portanto, possibilidade da Alapa impedir a derrubada das ocupações.

 

Os quiosques representam um problema urbanístico e prejudicam a livre circulação de pedestres e ocupam vagas, tão escassas no Plano Piloto. Pelo menos 334 espaços para estacionamentos estão indevidamente tomados por trailers, reboques ou tendas na área, tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Cada estrutura invade, em média, duas vagas.

Disciplina estudou interações em redes e novos modelos de comunicação

Durante este semestre, os alunos da disciplina de Comunicação, Informação e Computação da Faculdade de Comunicação (FAC) da Universidade de Brasília (UnB), puderam experimentar um pouco do modelo atual de trabalho que o mercado exige de um profissional. O professor Medeiros, estudioso das diversas interações midiáticas contemporâneas, foi o responsável por passar o conteúdo aos alunos. Em suas aulas expositivas, Medeiros abordou diversos conceitos atuais e destacou algumas mudanças de paradigmas no atual modelo da comunicação. Em diversos momentos os alunos experenciaram e perceberam melhor, o atual vácuo entre a universidade e a carreira de trabalho, assim como a necessidade do profissional hoje ter conhecimentos mais abrangentes e necessários para realização de tarefas que envolvem tecnologia atualmente. O professor, expos também conceitos de diversas formas de trabalhar hoje no mercado e explicações de aplicativos e softwares que se mostraram vitais para o funcionamento e bom encaminhamento da comunicação principalmente no mundo conectado. Em seguida, Medeiros botou os alunos para realizarem tarefas práticas no laboratório.  

Os alunos utilizaram ferramentas como: Whatsapp, Google Hangout, Joomla, Google Drive, CmapTools e Trello. Medeiros então após explicar conceitos de cada aplicativo e suas utilidades, direcionou os alunos para que simulassem uma interface completa de operação comunicativa. Foi criado um grupo no Whatsapp para detalhar e estreitar a comunicação entre os alunos e os professores, em seguida foi utilizado o software Cmaptools para criação de mapas conceituais que direcionariam o trabalho e explicaria melhor como funcionam as interfaces atuais, o Google Drive que serviu como repositório para guardar os arquivos criados em sala, o Trello que organizou a pauta de cada aluno e suas tarefas e por fim o Joomla que servirá como plataforma para que os alunos coloquem online suas tarefas.

Os estudantes escreveram sobre diversos temas do cotidiano da universidade e do mundo acadêmico, todos utilizando os processos e ferramentas digitais introduzidas pelo professor Medeiros. Todos as outras reportagens da aula podem ser encontradas no portal http://www.filosofiacienciaarte.org .

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