http://www.youtube.com/watch?v=jGROI-AiV-c


Baby, I need your lovin' I got to have all your lovin' Baby, I need your lovin' Got to have all your lovin'
Some say it's a sign of weakness for a man to beg Then weak I'd rather be If it means havin' you to keep 'Cause lately I've been losin' sleep
Baby, I need your lovin' I got to have all your lovin' Baby, I need your lovin' Got to have all your lovin'
Empty nights echo your name Oh sometimes I wonder will I ever be the same
Oh yeah, when you see me smile you know, things have gotten worse Any smile you might see has all been rehearsed Darlin' I can't go on without you, this emptiness won't let me live without you This loneliness inside me darlin' makes me feel half alive
Baby, I need your lovin' I got to have all your lovin' Baby, I need your lovin' Got to have all your lovin'
Baby, I need your lovin' I got to have all your lovi

Este documentário foi dirigido pelo filósofo inglês Roger Scruton – um dos mais importantes intelectuais conservadores da Europa – e veiculado pela BBC em 28/11/2009. Nele, de uma forma brilhante, instigante e muito elucidativa, o Professor Roger Scruton demonstra como a partir do século XX, perdendo o senso ético e estético de(a) Beleza, a humanidade afundou-se ainda mais no que ele chama, com inteira razão, de deserto espiritual. Tal deserto, indubitavelmente, é um dos frutos do ideal, soberbo e falacioso, da modernidade iluminista que assentiu que “o homem é a medida de todas as coisas“. Hoje, já na pós-modernidade da humanidade, já não há mais senso ético e estético de Verdade, de Bondade ou, como bem explica Dr. Scruton, de Beleza. As consequências disso? Muitas! Todas girando em torno do que no cristianismo se chama de “feiúra da alma” ou, nas palavras do filósofo inglês “a cult of ugliness”.

http://vimeo.com/55990936

Negócio Editora. São Paulo. 1998.

"Como agentes socializadores, pais, professores, é nossa função encorajar os outros a fazerem coisas que eles podem achar chatas, mas que os ajudem a se tornar eficientes na sociedade, Atualmente, nossa função vai além de simplesmente encorajá-los a fazerem as atividades, é mais dasafiador do que isso. A verdadeira função implica facilitar que realizem suas atividades por vontade próprias, a fim de que continuem fazendo livrimente no futuro, quando não tiveremos mais lá para impulsioná-lis." (p. 94).

"O comportamento de uma pessoa é mais complexo do parece. Talves a falta de cooperação de uma filha seja uma maneira de vingar-se dos pais por alguma coisa. Talvez o comportamento rebelede seja uma maneira de chmar a atenção dos pais. Há várias possibilidades, e tanto ignorar os comportamentos como castigá-los não é a resposta. Entender o que eles estão sentindo e precisando, e ao mesmo tempo ser claro com relação aos limites e consequências é o caminho tanto para o comportamento apropriado quanto para que as crianças se tornem auto-reguladoras." (p. 105).

"Para estar pronto para mudar comportamentos autodestrutivos, as pessoas têm que alcnaçar o ponto no qual elas estão dispostas a permitir os sentimentos que os comportamentos estão bloqueando. As pessoas precisam está prontas para sentir o assuntadoer senso de inadequação, o doloroso medo do abandono, o terro da própria morte, ou tudo o que possa continuar a influenciar o comportamento não-saudável. As pessoas precisam estar prontas a "se sentirem diferentes" dos outros ao tomarem cidras em uma festa na qual todos bem licor, elas têm que estar prontas a resistirem às ricas sobremesas que são colocadas à sua frente e t6em que estar dispostas a levantarem, ir correr, quando preferiam ficar vendo televisão."(p. 157).  

"Estabelecer as estruturas e os progressos regulatórios necessários para gerenciar as emoções é o maior progresso para mudança de cada um. Algumas pessoas tiveram maior sucesso do que outras ao conquistar este desfio, em parte certamente porque tiveram pais masi positivos. Os que tiveram sucesso são capazeses de sentir suas emoções inteiramente, ao mesmo tempo em que experimentam uma escolha genuína como espressá-las. Entretanto, os que conseguiram conquitar o desafio acabaram suprimindo suas emoções  para consenti-las, ou acabam sendo dominadas por elas." (p. 178).

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