O CIDADÃO CONTEMPORÂNEO FRENTE   ÀS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 

 Veja a   INTRODUÇÃO-APRESENTAÇÃO do Livro

Veja a PARTE I

DE ONDE VIEMOS E PARA ONDE VAMOS COM AS TIC NO BRASIL 

 

O LIVRO aborda fenômenos de mudanças de comportamentos dos cidadãos frente às Tecnologias da Informação e Comunicação – TIC, vivendo na Sociedade da Informação em Rede, e as perspectivas futuras, a Sociedade de Serviços, quando as TIC, em especial os dispositivos móveis como o celular, chegam às mãos de mais pessoas com carência de recursos materiais e cognitivos, seja pela falta de acesso a informações de utilidade pública, habilidade de uso das tecnologias ou analfabetismo funcional presente no Brasil contemporâneo.

 

 

O acesso e uso da informação interativa em redes sociais, e o número de ambientes virtuais de aprendizagem colaborativa são  crescentes, e a perspectiva é que ambos possam promover melhores condições de vida e bem-estar de comunidades. Assim, realizaram-se-se diagnósticos pela observação do cidadão, no seu acesso, uso e apropriação das TIC, na busca e difusão da informação, no uso de TIC para alterar conteúdos existentes na Internet, produzidos para si ou para sua comunidade. A intervenção da pesquisa para o suporte à presente obra tinha como foco o uso de dispositivos móveis para otimização da difusão da informação nos ambientes virtuais de aprendizagem em comunidades de vulnerabilidade social. As mudanças de comportamentos possíveis são reflexo da permanente adaptação a novos processos, ao uso de novas tecnologias, sobretudo, a novas maneiras de viver em comunidade e em sociedade. Nos desdobramentos da sociedade contemporânea espera-se que estas mudanças favoreçam à busca da conquista da cidadania, algo já observado com indivíduos que portam dispositivos de comunicação móvel inteligentes.  

 


Comentários   

0 #3 Benedito Medeiros Neto 18-01-2018 15:03
Caro amigo Medeiros. Boa noite!
Agradeço a distinção do compartilhamento do ensaio "Uma Escola Pra Valer... em tempos de Google!"
Li com prazer o que se revelou uma convergência lato sensu com que penso sobre o assunto enfocado, já há cerca de duas décadas.
Apreciei sobremaneira a leveza da comunicação, não complicada, objetiva e clara, e o pós modernismo do uso das citações colocando quem as proferiu como coautores do ensaio, no atual sentido que se dá à bricolagem.
Há cerca de 20 anos, em uma palestra na universidade, fui elogiado pelo fato de exercer com proficiência o sacerdócio da medicina. Retorqui agradecendo o elogio, mas declarei de maneira enfática que medicina não é sacerdócio sim vocação para técnicos em saúde humana, e que mesmo nas religiões o mesmo acontecia com técnicos em rituais e correia de de transmissão entre os textos sagrados e a ignorância dos devotos. Perguntado o seria um sacerdote, respondi incontinente, "O Professor".
Continuei explicitando que afastadas as pompas e circunstâncias e a arrogância dos narcisistas que fazem uso do ensino para apresentar seus egos, e os displicentes e desinteressados que fazem do magistério um emprego descompromissado, resta a enorme massa de verdadeiros sacerdotes.
São um grande exemplo desse mister, professores de nossos longínquos municípios remunerados á razão de 20 reais mensais,que mesmo falando e escrevendo de maneira não muito correta, são capazes de alfabetizar dezenas de crianças.
Finalmente gostaria de contribuir em relação ao enfoque do texto, com a criação de uma tosca metáfora que me ocorreu durante a escrita deste email:
Imagino que professores da minha geração estão aterrissando com seus aviões com maior ou menor carga de conhecimentos obsoletos, mas que o maior problema é o de não poder ensinar os jovens a decolar com os deles, pois nos escapa a competência técnica com os modernos instrumentos de seus aviões, e ainda estão por se formar novos instrutores.
Por isso, não seria de bom alvitre, abandonar a frustrada pretensão de usar as técnicas de decolar obsoletas de nossos aviões velhos e nos dedicar, ao que valha a pena para preencher este hiato entre nós e eles? Sim! Ensiná-los a sentir, despertar emoções, falar da beleza de voar, das rotas do céu, do poder das tempestades, do louvor do por do Sol visto acima das nuvens.Incitar em cada um o anseio de "Frei Capelo Gaivota"?
Tenho esperança que assim procedendo, com a inteligencia do coração, recuperaríamos - não importa que atualidade se apresente - , a energia atemporal e contagiante de" Ragnar, o Rei dos Vikings da Netflix", e ser possível trocar "...toda a sua tecnologia por uma tarde com Sócrates", como desejou Steve Jobs, para assim, despertar do torpor defensivo em que se encontram nossos jovens, perplexos com a complexidade, velocidade e desamparo trazido pelo alvorecer do III Milênio.
Grande abraço.
M. A. V. Moraes
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+1 #2 SERGIO LACORTE 16-01-2018 12:14
O Livro resume de forma técnica cientifica e comportamental, experiências e vivências práticas do homem contemporâneo, diante das tecnologias presente e as incertezas do futuro nesse campo. Uma verdadeira análise das tendências de uma forma estruturada no andamento dos projetos e da aceitação e adesão dos atores nesse cenário. Um marco divisor do entendimento e aplicação das ferramentas no contexto humano com resultados comportamentais dos atores. Sugiro que o nome do livro - fique cravado
para desenvolver outros temas com sub títulos, o "Homem Contemporâneo diante das TICs". Poderia desenvolver uma série de livros sob essa mesma égide, como o livro registrou fatos passados para situar o presente desenhando o futuro de forma acadêmica, não vejo necessário continuar mantendo o formato acadêmico, o alcance será maior com uma linguagem técnica poética futurista sobre esse tema.
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0 #1 Carlos César F. Mora 30-12-2017 14:35
Bom dia meu amigo, muito obrigado pelo presente de natal!

Ainda estou navegando pela obra; muita informação e, em tudo o que li ate agora, algo que me chamou a atencao é que vc adicionou sempre a componente da pratica ao lado da visao teorica. Isso faz com que o livro nao fique xom cara de abirdagem “a partir do alto do gabinete”, mas tenha o “cheiro do chão de fabrica”.
O relato das interdependencias dos dispositivos moveis ficou muito bom e a apresentacao das experiencias com atendimento virtual reflete bem o que vivemos no nosso atendimento virtusl da Escola, dando uma universalização no uso da tecnologia.

Obrigado por compartilhar aua experiencia e tbm pelo presente com a dedicatoria amiga!

Valeu!

Abraços
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